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14 de fev. de 2014

Dica para o fim de semana...

Olááá pessoas!!!
Então, para quem vai ficar em casa no fim de semana (porque até na praia, se não ficar dentro da água, o calor está de matar!!!) ou para quem vai passear de dia, mas depois aproveitará a noite para relaxar em seu lar doce lar, aí vão duas dicas de filmes que assisti essa semana e amei... Ambos são leves, românticos e franceses... Existe combinação melhor??? 
Um lindo fim de semana meu povo!!!

A Delicadeza do Amor: a atriz Audrey Tautou dispensa apresentações e o filme é delicado como ela e o título...



Paris Manhattan: um filme engraçado, que tem Paris como cenário e ainda fala de Woody Allen... Preciso dizer mais alguma coisa??? O tipo de produção para assistir, relaxar e viajar - nas palavras e nas imagens... Simples e sincero!!!


10 de ago. de 2012

Hemingway e O Sol Também se Levanta


Gente, sei que já falei mais de uma vez sobre Casados com Paris, aliás, sei que falei sobre ele um bom número de vezes: relacionei-o com outro livro, com um filme e até usei-o como prêmio para o sorteio de comemoração do aniversário do blog... Sinceramente, sei de tudo isso e me desculpem por toda essa repetição, mas é que Casados com Paris foi um romance que acabou me levando ainda mais a fundo à famosa década de 20 e a uma Paris muito culta e literária...



Foi através de Casados com Paris que descobri a obra Paris é uma Festa, do Hemingway, conforme postei aqui... Foi graças a ele também que pude ver de forma mais analítica o filme Meia Noite em Paris, do Woody Allen... E agora, mais uma vez, durante a leitura do trabalho maravilhoso da Paula McLain, fui levada a viajar no tempo e a retornar ao primeiro best seller do Hemingway... Digo retornar porque já li esse best seller do autor, chamado O Sol Também se Levanta... Aliás, li esse livro numa época em que comecei a me cobrar a leitura dos clássicos da literatura... O exemplar que li, para vocês terem uma idéia, foi um daqueles de coleção, com capa dura vermelha e páginas bem amarelinhas, querem coisa melhor??? Aí é que a gente sente como se voltasse no tempo meeeesmo, hehe...



Pois é, então vim aqui para falar sobre mais essa agradável surpresa que tive ao ler Casados com Paris... Numa das passagens do livro, onde a autora falava da dedicação do jovem Hemingway ao seu primeiro e verdadeiro romance, foi que me dei conta de que a história que ele estava escrevendo era justamente essa que já li, ou seja, o primeiro romance famoso dele: O Sol Também se Levanta... Na hora, essa constatação foi quase como um insight - quando a gente se dá conta total de algo que está acontecendo ali na nossa cara, ao nosso redor - chega a dar uma sensação de euforia, sério mesmo, hehe...

Minha gente, quando me dei conta de que na internet existiam fotos que mostravam momentos que li em Casados com Paris e quando me toquei de que o livro falava também de um romance do Ernest que já li, foi que mais uma vez entendi o quanto a literatura pode ser mágica e envolvente, o quanto ela é capaz de nos levar para épocas que vão muito além de nossos sonhos e de nossas vidas... E é justamente nesses momentos que me dou conta da importância da leitura e do quanto quero que as pessoas compreendam essa sensação maravilhosa que sinto diante de um livro... E é por tudo isso que amo esse espaço, amo esse blog... Registrar as histórias aqui é uma maneira de registrar minha visão e meus sentimentos em relação a elas... E é essa inspiração que desejo a todos vocês nesse fim de semana... Muita luz e muito amor!!! Boas leituras!!!

Preciso ler este livro de novo para, quem sabe, compreendê-lo ainda melhor...

Sinopse: O Sol Também se Levanta, vigoroso romance de Ernest Hemingway, retrata, em estilo direto e despojado, os conflitos e frustração dos norte-americanos e ingleses que vivem em Paris após a Primeira Guerra Mundial. Para O Sol Também se Levanta, Hemingway criou tipos humanos complexos, representando assim uma geração contaminada pela ironia e pelo vazio diante da vida, com seus valores morais destruídos pela guerra e irremediavelmente perdidos. Temas como a solidão e a morte, os preferidos do escritor, são explorados de forma brilhante.



3 de jul. de 2012

Paris I: Meia Noite em Paris


Olááá pessoal!!! Um início de semana maravilhoso e iluminado pra todos vocês...

Então, quando decidi assistir ao filme Meia Noite em Paris não sabia muita coisa sobre ele, apenas que se tratava de uma obra do Woody Allen – de quem eu simplesmente adoro quase todos os trabalhos – e que mostrava algo relacionado a uma viagem ao passado...

Finalmente tive o prazer de assistir a esse filme na semana passada... Comecei num dia e acabei terminando em outro (ou outro??? acho que vi em três partes, hehe), mas isso me permitiu saborear ainda mais a história, acompanhando-a com toda a atenção e concentração que ela merecia...

Gente, Meia Noite em Paris é simplesmente MARAVILHOSO (como maravilhosa deve ser Paris à meia noite, “ao vivo” e “a cores”)... Mas uma mistura de Woody Allen, Paris e Literatura só poderia resultar em algo extremamente interessante e inteligente mesmo...
As imagens da capital francesa são lindas, mostrando uma Paris cheia de luz (claro, por isso é considerada a Cidade Luz né Aliny???), leveza, beleza e movimento... Pra quem já foi (eu infelizmente ainda não) deve ser melhor ainda acompanhar essas imagens captadas de lugares conhecidos e admirados não???

Duas outras coisas que gostei no filme:
- A atuação do Owen Wilson como “alter –ego” do Woody Allen, que foi muito bem feita... Sim, porque imaginei que o papel do Owen no filme seria o mesmo que o Woody Allen teria feito se, nesse trabalho, ele não tivesse optado por ficar só na direção... Gosto do jeito fatalista e até psicanalítico do Woody Allen, ele consegue falar dos problemas existenciais de forma cômica, tornando toda a problemática existencial mais leve e acessível (estou viajando muito??? hehe)...
- Outra coisa que eu amei e que foi inesperada foi a relação dessa “viagem ao passado” que o protagonista faz – mais precisamente a uma Paris dos anos 20 – com os mestres da literatura do pós guerra (nesse caso, a primeira guerra), ou melhor, com os mestres da literatura e ponto, já que eles continuam sendo mestres até hoje – leia-se Hemingway, Fitzgerald, entre outros artistas e representantes das diversas formas de arte, não menos importantes e ilustres, como Picasso e Dalí...

Assistam minha gente, porque - especialmente para os admiradores do trabalho de Woody Allen, da literatura, de Paris ou mesmo para quem gosta de um bom filme – Meia Noite em Paris é um prato cheio - cheio de entretenimento, cultura e diversão...



Adorei o cartaz em inglês - o cenário parece um quadro