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20 de mai. de 2013

Yoga...



Já falei aqui no blog várias vezes que amo Yoga, amo a Índia e seu colorido, sua histórias, sua espiritualidade, seus romances... Aliás, já escrevi sobre vários romances indianos aqui...
Tinha ficado um tempo sem fazer Yoga, primeiro por causa da correria da faculdade e depois para esperar os três primeiros meses da gestação... Mas, finalmente, voltei... E só estando lá é que me dei conta do quanto essa prática me fez falta, tanto para o corpo quanto para a alma... O corpo mesmo estava mais duro e travado impossível, achei que minha mão não alcançaria meu joelho, hehe... Mas está aí mais uma coisa boa do Yoga, é difícil o corpo perder tudo o que aprendeu... Muitas posturas ficam gravadas em nossa memória corporal... Memória corporal e conhecimento do próprio corpo são coisas que nos deixam mais leves, física e espiritualmente...

Pois aproveitando esse gancho, Yoga, espiritualidade e, claro, o que não pode faltar aqui, livros, quero deixar como dica de hoje um livro que uma grande amiga me indicou: Fazendo Pose, da Claire Dederer... Segundo a Karlinha, essa minha amiga, o livro é divertido e empolga até quem nunca praticou Yoga... Ainda não li, mas já estive à procura dele... Não encontrei-o na livraria que fui, mas continuarei procurando...

Um linda semana minha gente e, para entrar nesse clima: NAMASTÊ!!!
(O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você)



23 de mai. de 2012

As Emoções que os Livros Despertam...

Gente, segunda-feira, na aula de Yoga, aconteceu uma situação que me motivou a vir aqui escrever um post com esse título... Vou contar todo o episódio pra vocês entenderem melhor a coisa toda:

Estava eu lá, fazendo a meditação inicial da aula de Yoga - agradecendo pelo dia que havia tido (era de noite já), imaginando uma “luz azul celeste brilhante” iluminando o ambiente e todas as pessoas que eu amo, inspirando e expirando, devagar e com calma, sentindo o aroma do óleo essencial de rosas - quando de repente, me vem na cabeça a história de um livro que li... E, junto com a história, me veio um sentimento tão confuso e intenso que chegava a ser opressor (meio dramático o negócio)...  Por um momento, parecia que eu estava conseguindo sentir tudo o que personagem viveu e sofreu... Olha, a coisa foi tão profunda que tive até vontade de chorar - sim, porque o livro em questão, O Tamanho do Céu, foi um dos mais tristes que já li em toda a minha vida... Fui lá na Índia e voltei... Tudo bem que a Yoga e a Índia estão intimamente ligadas, mas não no sentido que essa pessoa aqui relacionou durante a aula... Como a própria Santana vive dizendo (minha professora e “ídola”), alguns romances insistem em retratar uma Índia triste e sofrida, deixando de lado a parte leve, alegre e colorida dessa cultura tão vasta e maravilhosa (leia mais aqui)... Pois é, só que não foi essa idéia de alegria e colorido que me fez voltar pra aula não, o que me fez cair na real mesmo foi uma boa sacudida de cabeça (literalmente meu povo, eu tive que balançar o cérebro), e um pensamento do tipo: “Ui Aliny, acorda, cai na real e esquece essa história, inspira, expira e relaxa minha filha...” E funcionou, ainda bem...

Então, tentando “sublimar” tudo isso - na Psicanálise, de um modo bem geral, sublimar é a capacidade de converter uma dor, uma dificuldade, um problema ou uma neurose em criatividade, em algo que possa nos fazer bem - quis escrever e dividir minhas impressões (e divagações) com vocês...

Um livro é capaz de despertar as mais profundas e diferentes emoções, revelando sentimentos, nos fazendo pensar, chorar e sorrir... Eu já senti saudade de um personagem, já senti tristeza por sua história - a ponto de rezar para jamais viver coisa parecida - já chorei que me acabei (até soluçar), mas também já ri muito, em alto e bom som, já torci por finais felizes, já perdi a paciência e quis xingar protagonistas, já fiquei ansiosa imaginando a continuação que um romance poderia ter... Enfim minha gente, através da leitura já vivi momentos maravilhosos e, isso que eu contei hoje, embora não pareça assim muito animador, teve como objetivo mostrar a vocês o quanto a leitura é algo vivo, algo transformador e inesquecível (às vezes triste também, mas faz parte)... Aliás, acho que foi pensando nisso que tentei escrever um texto com mais vida e sentimento, para quem sabe assim, vocês se sentirem mais próximos das palavras, como numa conversa com amigos de leitura... Espero que tenha conseguido, hehe... Até mais!!!


2 de mar. de 2012

Bem Estar

Olá minha gente!!!!
Então, ontem, dando uma navegada pelo blog da Jú, Escritos Reunidos, lembrei que já tem um tempo que não posto um texto sobre o Desafio Bem Estar aqui no Ler e Amar (até rimou, hehe). Para quem ainda não conhece o Desafio, posso explicar rapidamente no que ele consiste (ou você pode clicar na imagem abaixo e ver a proposta que a Jú fez lá no blog dela há alguns meses atrás).


O Desafio 15 Minutos Todo Dia consiste em tirarmos 15 preciosos minutinhos do nosso dia para nos dedicarmos a alguma atividade que nos traga prazer e bem estar... Como assim??? Bom, no atual momento de nossas vidas corridas, onde os afazeres pessoais e domésticos, juntamente com o trabalho e as demais atividades, tomam praticamente todo nosso tempo, esses 15 minutos que podemos nos propor a tirar são muito valiosos... E cada um pode aproveitar da maneira que achar melhor... Praticando uma atividade ao ar livre, fazendo uma oração, lendo um livro, fazendo yoga, meditando... Enfim, são diversas as opções... Basta você escolher algo ou alguma coisa que possa trazer um pouco mais de leveza e poesia para sua vida... Vamos tentar???

Se de alguma maneira ajudar, posso citar, algumas das coisas que costumo fazer para ter mais qualidade de vida e bem estar (mesmo que vocês não quisessem eu ia falar, hehehe, brincadeirinha):


Graças a Deus minhas aulas de Yoga voltaram... Depois de uma temporada na Índia, minha professora Santana, que é praticamente uma guru espiritual, voltou com força total (outra rima, o que é isso???)... A meditação, o alongamento e o relaxamento nas aulas, aliados a uma música leve e doce de fundo mais um cheirinho bem gostoso de incenso, conseguem recarregar as baterias de qualquer ser humano... Simplesmente MARAVILHOSO!!!


Outra coisa muito importante pra mim é a Oração... Passar o dia sabendo que você está protegido e abençoado torna a vida mais cheia de luz e esperança...


Ler... Gente essa é indescritivelmente uma das atividades mais relaxantes e gratificantes que existem... Sem comentários!!!


Passear - perto ou longe - Dando uma simples caminhada ou visitando amigos em outra cidade... Seja qual for o passeio, vale a pena...


E agora o mais importante de tudo: AMAR!!!
Amar a vida, as pessoas... Enxergar o melhor que habita em cada um... Enxergar o colorido das coisas ao seu redor... Aliás, quero fazer um parêntese aqui, para agradecer ao meu companheiro de jornada: Davi, obrigada por tornar a minha vida tão especial, tão cheia de amor e cores...
E é isso aí meu povo... Sejam felizes e tenham um excelente final de semana!!!!



15 de ago. de 2011

Romances Indianos

Os romances orientais são romances diferentes... Além de todo o conteúdo das obras já conhecidas a nós – amores, dramas, paixões, superações, encontros, separações – eles têm uma sensibilidade diferente... São narrativas singelas, simples às vezes, mas que conseguem dar, a cada capítulo, um significado muito especial...
Os livros indianos em especial - ou, mesmo as obras cujo escritor, apesar de não ser indiano, usa a Índia como cenário - estão carregados de delicadeza e beleza... Todos eles descrevem com muita clareza as cores, os cheiros e sensações que este gigante país desperta em seus visitantes.
Olha meu povo, eu, particularmente, tenho o sonho de passar quarenta dias na Índia quando completar quarenta anos... E aí vocês se perguntam o por quê. Bom, acho que é uma idade simbólica onde, provavelmente (e eu ressalto esse provavelmente, afinal não se tem completa certeza de nada, hehe), estamos mais maduros... Onde talvez possamos conseguir prestar mais atenção a tudo, com calma, tentando enxergar as coisas de forma mais clara, leve e colorida... Eu já venho tentando fazer isso (nem sempre se consegue, normal, não se desesperem, hehe) e talvez seja justamente por isso que pratique Yoga (e ame).
Minha professora de Yoga, a Santana, é uma pessoa extraordinária, que tem um enorme conhecimento da Índia e da vida e, o melhor, não se cansa nunca de dividir toda a sua sabedoria com seus alunos e amigos... Por conta de tudo isso, resolvi perguntar o que ela acha que os romances indianos conseguem nos passar sobre a Índia (ela já esteve lá diversas vezes), que tipo de sentimentos e sensações eles conseguem reproduzir em sua escrita...
Ela me disse que: “a sensibilidade indiana bem como a descrição do mundo indiano em suas cores, cheiros, vivacidade e espiritualidade, correspondem e muito com o que é real. Porém, na opinião dela, alguns desses romances poderiam ser um pouquinho menos tristes sem perder sua originalidade e seus aspectos mais reais, tornando então as narrativas mais leves e menos épicas (palavras dela)...”
Eu adoro conversar com a Santana e ouvir um pouco de toda essa complexidade e beleza de uma cultura que é tão forte.
E, agora que já fiz toda essa introdução (gigante aliás, hehe), queria dizer também que existem muitas histórias indianas para serem lidas e conhecidas... Pretendo falar aqui sobre todas as que já li (não de uma vez só, claro, senão perderia a graça né?)... E, antes de cada post sobre um romance indiano vou colocar a palavra ÍNDIA (assim, em garrafais) para vocês já identificarem a natureza do texto, combinado???
Amanhã falarei de POR AMOR À ÍNDIA... Preparem seus corações!!!
BOM INÍCIO DE SEMANA A TODOS PESSOAL!!!