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15 de out. de 2013

Assisti, amei e recomendo




Um dos filmes mais lindos que vi ultimamente... 
A vivacidade, o colorido e a sabedoria da cultura indiana como pano de fundo para novas escolhas e maneiras de enxergar o mundo ao redor... Simplesmente encantador!!! Uma semana encantadora para todos nós minha gente!!!

20 de mai. de 2013

Yoga...



Já falei aqui no blog várias vezes que amo Yoga, amo a Índia e seu colorido, sua histórias, sua espiritualidade, seus romances... Aliás, já escrevi sobre vários romances indianos aqui...
Tinha ficado um tempo sem fazer Yoga, primeiro por causa da correria da faculdade e depois para esperar os três primeiros meses da gestação... Mas, finalmente, voltei... E só estando lá é que me dei conta do quanto essa prática me fez falta, tanto para o corpo quanto para a alma... O corpo mesmo estava mais duro e travado impossível, achei que minha mão não alcançaria meu joelho, hehe... Mas está aí mais uma coisa boa do Yoga, é difícil o corpo perder tudo o que aprendeu... Muitas posturas ficam gravadas em nossa memória corporal... Memória corporal e conhecimento do próprio corpo são coisas que nos deixam mais leves, física e espiritualmente...

Pois aproveitando esse gancho, Yoga, espiritualidade e, claro, o que não pode faltar aqui, livros, quero deixar como dica de hoje um livro que uma grande amiga me indicou: Fazendo Pose, da Claire Dederer... Segundo a Karlinha, essa minha amiga, o livro é divertido e empolga até quem nunca praticou Yoga... Ainda não li, mas já estive à procura dele... Não encontrei-o na livraria que fui, mas continuarei procurando...

Um linda semana minha gente e, para entrar nesse clima: NAMASTÊ!!!
(O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você)



19 de abr. de 2012

ÍNDIA 06 - O Tamanho do Céu



Estava ansiosa para escrever sobre esse livro, mas o engraçado – ou triste, seria melhor dizer – é que quando terminei-o, fiquei sem saber ao certo sobre o que escrever, ou melhor, nem tive mais a certeza de que deveria escrever sobre ele (por isso a demora do post sair)...

Algumas vezes, durante a leitura de O Tamanho do Céu, eu sentia como se tivesse levado um soco no estômago... Vocês já ouviram essa expressão??? Que um filme, um livro, um discurso ou mesmo uma história que chegou ao nosso conhecimento foi como um soco no estômago?? Então, a partir da minha própria experiência, vou falar o que isso significa pra mim no que se refere à leitura:

Significa que a história, seus personagens, as situações que eles estão vivendo, suas atitudes, suas palavras, tudo, tudo, é tão intenso que é como se conseguisse pular para fora das páginas e ganhar vida própria... Alguns dos sentimentos desses personagens são tão profundos e outros são tão comoventes que não só despertam nossas emoções, mas fazem-nos senti-los como reais - reais os sentimentos, reais os personagens... O que torna tudo muito mais denso...

O Tamanho do Céu é um livro triste, muito muito muito triste... Cheio de perdas, de injustiças, cheio de situações pelas quais rezamos para jamais passar e esperamos, sinceramente, não ter de ver ninguém passar também... É uma história arrebatadora e sua autora, Thrity Umrigar, consegue nos tocar através de cada uma de suas palavras... No meu caso, a coisa foi tão impactante que “chorei que me acabei” e fiquei com uma espécie de pesar no coração... Aliás, quem não gosta desse tipo de histórias, é melhor nem ler O Tamanho do Céu (acho que é a primeira vez que falo isso sobre um livro) porque é “triste por demais da conta”...
Muita luz a todos!!!

Obs: pessoas que também leram este livro, por favor, comentem, dividam com a gente suas impressões...

17 de jan. de 2012

ÍNDIA 05 - O Sári Vermelho

Querem uma boa literatura para as férias??? Aquele livro com muitas, muitas páginas, que consegue nos envolver e faz com que a gente o carregue para todo lugar???

Só um parêntese: Sou bem ciumenta com meus livros... Empresto pra quem cuida e não demora muito pra devolver... Quem não leu um romance em três meses, ou pelo menos tentou, vai ler em algum outro momento??? Não sei não, acho meio suspeito, hehe... Brincadeirinha, mas continua valendo os dois “V”, vai e volta!!!

Pois é, emprestei um livro para uma grande amiga (que sabe quem é, rssss) e ela falou:
- Não se preocupa, se eu ler na praia não coloco ele na areia nem encosto na barriga com óleo bronzeador!!!
Senhor!!!!!  (eu pensei) Nem tinha pensado nisso... Só consegui dar um sorriso amarelo e como a senhora em questão é uma das minhas melhores amigas ela logo percebeu, riu e disse: - Ai. Não se preocupa chata...
Aí eu respondi: - Nem tinha pensado em praia... Areia e óleo??? Eu te mato!!!!
Hahahaha...

Então, voltando à sugestão de hoje: um bom romance merece ser levado para as férias e nos acompanhar até a areia - sim eu me rendo, podem levar... Quem não tem paciência para ficar na beira do mar de bobeira, leva um livro... Mas, por favor, não se esqueçam de olhar o céu, o mar e agradecer a beleza da natureza também, isso faz muito bem... Eu, pelo menos, costumo fazer isso e me faz muito bem, hehe... Eis minha dica:


O Sári Vermelho é “a história real da mulher que desafiou a Índia por amor”...
Sim, Sônia Gandhi é a principal personagem desse livro, além de ser uma mulher real e uma das personalidades femininas mais influentes do mundo... Nessa obra, a história de sua vida é contada sob a forma de romance, onde podemos encontrar os três "pilares" (está na sinopse) que fazem desse livro uma verdadeira obra-prima:
O amor de uma mulher
A saga de uma família
A epopéia de uma nação

E o autor desse trabalho maravilhoso é Javier Moro, que já escreveu outro livro nesse mesmo estilo, Paixão Índia, sobre o qual já falei aqui (confira).
Minha gente, uma narrativa imperdível e imprescindível para compreender os principais acontecimentos da Índia nas últimas décadas... M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!!!

11 de nov. de 2011

ÍNDIA 04 - Sob o Sol da Índia

Já tem mais de um mês desde a última vez que falei sobre um romance indiano aqui, Paixão Índia... Então, resolvi que já era hora de comentar sobre mais uma linda história de amor ambientada nesse país tão rico e singular que é a Índia... E, a essa altura, acho que já não é novidade pra ninguém o quanto AMO esses romances indianos, o quanto os considero surpreendentes, o quanto acredito que a leitura deles nos dá direito a uma passagem para uma viagem muito diferente, que contempla uma paisagem e uma cultura bem peculiares, além de nos oferecer uma jornada aos mais complexos sentimentos humanos... É minha gente, assim é a Índia...

Sob o Sol da Índia, da autora Julia Gregson, é um livro que conta a história de três mulheres de personalidades bem distintas, mas que a proximidade, a amizade e o anseio por algo novo as colocaram numa busca comum pela liberdade e pela felicidade... Três jovens inglesas unidas pelo destino de forma irreversível... Vivendo, sonhando e tentando encontrar seu lugar na imensidão cultural da Índia... Um romance sobre amizade, amor, relacionamento, sonho e amadurecimento... Uma história surpreendente, que nos leva a conhecer um pouco mais não só sobre as emoções humanas, mas sobre os costumes e a realidade da Inglaterra no período entreguerras e sobre parte da história da Índia, pouco antes de sua independência.
Só ressaltando que, nesse romance, não é a descrição da história política e social da Índia que está em evidência, diferente do livro Por Amor à Índia, sobre o qual já falei aqui. Nesta narrativa, embora essas questões sociais também apareçam, isso se dá de forma mais sutil, contudo, sem tirar a beleza e intensidade da história... Apertem os cintos, porque a viagem é longa, hehe... Aproveitem cada momento da leitura e uma excelente sexta-feira!!!


4 de out. de 2011

ÍNDIA 03 - Paixão Índia

Gente, preciso confessar: eu amo Yoga e tudo relacionado a ela... Adoro as aulas da Santana (minha professora), adoro a maneira como a gente se sente depois de sua prática (até meu marido me incentiva a ir porque diz que eu volto diferente, feliz e mais leve), adoro as músicas e a meditação, adoro as sete cores dos chacras (campos energéticos do nosso corpo por onde a energia vital passa) e adoro tudo o que vem da Índia... Acho a cultura indiana extremamente rica, cheia de cores, pedras, temperos e essências... E com os livros não poderia ser diferente né??? Amo os romances indianos e já comentei dois deles aqui: Por Amor à Índia e Um Lugar Para Todos.
Mas, como já tem mais de um mês desde a última vez que escrevi sobre Um Lugar Para Todos, hoje decidi falar sobre PAIXÃO ÍNDIA, aliás, esse foi o primeiro romance indiano que conheci e li. E meu centro de yoga, o Espaço Criativo, é tão legal que tem até uma biblioteca, que foi onde aluguei esse livro.


Paixão Índia é a verdadeira história da princesa de Kapurthala e foi escrito por Javier Moro, autor espanhol que também escreveu Sári Vermelho, mas sobre este último conversaremos outro dia...
Paixão Índia poderia ser um conto de fadas, mas é uma história verdadeira (aconteceu mesmo) que vai além dos sentimentos e emoções descritos nesses contos... Sua narrativa fala de paixões, traição, solidão, sonhos e liberdade... Uma obra intensa, vibrante e que nos mostra o coração da Índia, o coração de um marajá indiano, o coração de uma bailarina e princesa... Um dos livros mais marcantes que já li... Todas as pessoas que leram amaram e muitas o elegeram um dos melhores romances que já conheceram...
Ahhhh... E no meio do livro têm várias fotos das pessoas descritas na história, tornando tudo muito real e próximo... Acho que todo mundo vai gostar e se encantar!!!!

Sinopse: Era uma vez um rico marajá indiano que se apaixonou perdidamente por uma bailarina. Todas as noites, ela recebia jóias, flores e palavras de amor. Sem saber direito como se comportar, num misto de vergonha e orgulho, ela se escondia no camarim. Mas quem poderia resistir ao charme endinheirado do rajá de Kapurthala? A bailarina cedeu... e começou uma das mais belas histórias de amor de que se tem notícia. Como num passe de mágica, Anita Delgado ganhou um palácio e transformou-se em princesa espanhola da Índia. Por ser européia, o marajá lhe garantiu um tratamento especial, para ciúmes de suas outras esposas. O choque cultural na Índia colonizada do começo do século XX era inevitável. Determinada, porém, Anita manteve-se no seu lugar, cercada de vassalos, de luxo e de muita solidão... até que seu coração começou a bater de maneira diferente... Paixão Índia é a prova de que um conto de fadas pode, sim, tornar-se realidade.
Abaixo foto da princesa e do marajá:

29 de ago. de 2011

ÍNDIA 02 - Um Lugar Para Todos

Oiiii meu povo!!! Um início de semana iluminado pra todos vocês... E, para entrar no clima do livro de hoje: NAMASTÊ (saudação indiana que significa “o DEUS que está em mim saúda o Deus que está em você”)...

A obra sobre a qual vou falar hoje foi escrita por Thrity Umrigar, jornalista e escritora que nasceu e cresceu em Bombaim, na Índia, e hoje mora em Cleveland, no Ohio. Uma autora que consegue envolver seus leitores através de cada uma de suas palavras. Uma escritora brilhante que com talento e sensibilidade nos transporta a um universo repleto de boas histórias e de personagens muito reais e inesquecíveis...

Thrity Umrigar parece colocar sua emoção e experiência em tudo que escreve, desenvolvendo uma narrativa cheia de vida e comoção... Todos os seus livros são maravilhosos!!! Além de Um Lugar Para Todos, tipo o privilégio de conhecer também: A Doçura do Mundo e A Distância Entre Nós (falarei sobre eles outro dia)... E, seus dois trabalhos mais recentes estão na minha lista de espera (que postei dia 25/08) para serem adquiridos, são eles: A Primeira Luz da Manhã e O Tamanho do Céu.

Um Lugar Para Todos é mais um romance indiano emocionante... Uma narrativa maravilhosa que conta a vida de personagens muito diferentes entre si, mas que mantém um laço emocional forte e bem complexo...
Sinopse: No casamento de um jovem de um prédio de classe média em Bombaim, homens e mulheres dessa comunidade ímpar se reúnem e recordam sua juventude, refletindo sobre as mudanças que os anos trouxeram. As vidas dessas pessoas que cresceram juntos no Edifício Wadia são reveladas em toda a sua complexa humanidade: a decadência de Adi Patel devido ao alcoolismo, a língua afiada da solitária fofoqueira e também conselheira Dosamai, Soli Contractor e o golpe do destino do qual foi vítima. Testemunha de tudo isso, Rusi Bilimoria, um empresário desiludido, luta para encontrar o sentido da própria vida e manter unida uma comunidade prestes a se fragmentar.


16 de ago. de 2011

ÍNDIA 01 - Por Amor à Índia

 Um livro maravilhoso e comovente, que descreve a história real do amor entre Jawaharlal Nehru ou Pandit Nehru – primeiro Primeiro-Ministro da Índia livre que governou de 1947 a 1964 – e Lady Edwina Montbatten – esposa do último Vice-Rei da Índia, Lorde Moutbatten.
Um romance que narra também alguns dos episódios mais marcantes da história da Índia: os momentos finais da luta pela independência e a transição de colônia para um país livre, as brigas religiosas, os problemas enfrentados nos primeiros anos de liberdade, a cultura de uma população tão diversificada... Uma narrativa que descreve parte da vida e a morte de Mahatma Gandhi, esse Mestre da Paz, que deixou sua marca em toda a humanidade.
Catherine Clément, autora dessa obra-prima, conseguiu relatar, em forma de romance, não só alguns dos fatos históricos mais importantes da Índia, como também a história da mais improvável das paixões, entre um líder rebelde, Pandit Nehru, e a esposa do maior representante da autoridade colonial da época.
Meu povo, o que mais eu posso falar????
É um livro marcante e espetacular... Aliás, eu e Davi fomos muito felizes em presentear a Vevé, minha sogra, com ele. Acabou que eu também ganhei de presente a oportunidade de conhecer essa história... E viva as pessoas que dão livros de presente, hehehehe...
OBS: Procurando na internet achei muitas fotos do Jawaharlal Nehru e da Lady Edwina Moutbatten... Escolhi duas delas para publicar aqui e incentivar ainda mais vocês a conhecerem esse romance, já que quando os personagens são reais a obra fica ainda mais interessante...


15 de ago. de 2011

Romances Indianos

Os romances orientais são romances diferentes... Além de todo o conteúdo das obras já conhecidas a nós – amores, dramas, paixões, superações, encontros, separações – eles têm uma sensibilidade diferente... São narrativas singelas, simples às vezes, mas que conseguem dar, a cada capítulo, um significado muito especial...
Os livros indianos em especial - ou, mesmo as obras cujo escritor, apesar de não ser indiano, usa a Índia como cenário - estão carregados de delicadeza e beleza... Todos eles descrevem com muita clareza as cores, os cheiros e sensações que este gigante país desperta em seus visitantes.
Olha meu povo, eu, particularmente, tenho o sonho de passar quarenta dias na Índia quando completar quarenta anos... E aí vocês se perguntam o por quê. Bom, acho que é uma idade simbólica onde, provavelmente (e eu ressalto esse provavelmente, afinal não se tem completa certeza de nada, hehe), estamos mais maduros... Onde talvez possamos conseguir prestar mais atenção a tudo, com calma, tentando enxergar as coisas de forma mais clara, leve e colorida... Eu já venho tentando fazer isso (nem sempre se consegue, normal, não se desesperem, hehe) e talvez seja justamente por isso que pratique Yoga (e ame).
Minha professora de Yoga, a Santana, é uma pessoa extraordinária, que tem um enorme conhecimento da Índia e da vida e, o melhor, não se cansa nunca de dividir toda a sua sabedoria com seus alunos e amigos... Por conta de tudo isso, resolvi perguntar o que ela acha que os romances indianos conseguem nos passar sobre a Índia (ela já esteve lá diversas vezes), que tipo de sentimentos e sensações eles conseguem reproduzir em sua escrita...
Ela me disse que: “a sensibilidade indiana bem como a descrição do mundo indiano em suas cores, cheiros, vivacidade e espiritualidade, correspondem e muito com o que é real. Porém, na opinião dela, alguns desses romances poderiam ser um pouquinho menos tristes sem perder sua originalidade e seus aspectos mais reais, tornando então as narrativas mais leves e menos épicas (palavras dela)...”
Eu adoro conversar com a Santana e ouvir um pouco de toda essa complexidade e beleza de uma cultura que é tão forte.
E, agora que já fiz toda essa introdução (gigante aliás, hehe), queria dizer também que existem muitas histórias indianas para serem lidas e conhecidas... Pretendo falar aqui sobre todas as que já li (não de uma vez só, claro, senão perderia a graça né?)... E, antes de cada post sobre um romance indiano vou colocar a palavra ÍNDIA (assim, em garrafais) para vocês já identificarem a natureza do texto, combinado???
Amanhã falarei de POR AMOR À ÍNDIA... Preparem seus corações!!!
BOM INÍCIO DE SEMANA A TODOS PESSOAL!!!