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19 de out. de 2011

Sophie Kinsella


Já estou há um tempo para falar sobre a Sophie Kinsella. Acho que demorei para pôr a mão na massa porque já imaginava que sobre essa autora maravilhosa não poderia falar pouca coisa, então vamos lá...
O verdadeiro nome de Sophie Kinsella é Madeleine Wickham. Ela nasceu em Londres em 1969, começou a estudar música no New College, Oxford, mas acabou mudando para Políticas Econômicas. Aliás, antes de se tornar escritora foi jornalista de economia com especialização na área financeira. Seu primeiro grande sucesso sob o pseudônimo de Sophie Kinsella foi Delírios de Consumo de Becky Bloom, que em 2000 esteve na lista dos livros mais vendidos do Reino Unido. Com seu nome original, Madeleine, já havia publicado outros sete trabalhos anteriormente, mas infelizmente nenhum deles traduzido no Brasil.
Sua queridíssima e popular personagem Becky Bloom fez tanto sucesso que acabou levando a autora a escrever outras aventuras para sua heroína, são elas:
Delírios de Consumo de Becky Bloom
Delírios de Consumo na Quinta Avenida
As Listas de Casamento de Becky Bloom
A Irmã de Becky Bloom
O Chá-de-Bebê de Becky Bloom

E agora, para minha felicidade, acabei de saber que foi lançado mais um livro da série da Becky no Brasil: Mini Becky Bloom, Tal Mãe Tal Filha (minha mais nova e feliz aquisição, eeeeeeee...).
Além da série de nossa querida amiga Bloom, Sophie também publicou outros quatro romances:
O Segredo de Emma Corrigan
Lembra de Mim?

Entre todas as suas obras, as únicas que ainda não li foram O Segredo de Emma Corrigan - que já comprei e está lá na minha casa, quietinho, esperando para ser lido – e Mini Becky Bloom, Tal Mãe Tal Filha - que adquiri graças a Beta, que trouxe de Floripa o último exemplar na Saraiva: Obrigada Betita!!!
Aqui no blog, dois dos trabalhados da Sophie já foram comentados: Menina de Vinte e Samantha Sweet – executiva do lar. Mas, aos poucos, vou falando sobre todos eles, podem deixar...
Gente, os livros da Sophie Kinsella são muitos bons, há inclusive quem prefira os dela aos da Marian Keys... Eu, como sou suspeita para falar, não acho que uma possa ser melhor que a outra. Gosto das duas, mas tenho um caso de amor com os romances da Marian Keys, aí fica difícil escolher. O bom mesmo é ler e conhecer as duas escritoras e seus livros, quanto mais opções de leituras e romances divertidos melhor né????
BOA QUARTA-FEIRA MEU POVO!!!!!!!!!!!!!!

19 de set. de 2011

Samantha Sweet, executiva do lar

O texto de hoje é dedicado a todas as minhas amigas “adevogadas”: Juju, Danúbia, Letícia, Marília e Vivi. Isto porque, o livro sobre o qual vou falar, tem como protagonista uma advogada...

Samantha Sweet, executiva do lar é um romance muito legal e gostoso de ler, daqueles divertidos, que nos fazem dar boas risadas e torcer pela personagem e pelo seu final feliz... Quando terminei de lê-lo, para não perder o costume (como faço sempre e já contei aqui umas tantas vezes), fui lá na folha de rosto e escrevi minha impressão sobre a história: “Literatura mulherzinhas mas modernas. Esses são os livros mais leves, engraçados e, por incrível que pareça ou não tão incrível assim, têm partes auto-biográficas de todas ou quase todas as mulheres entre 20 e infinitos anos...” Sentiram o clima do livro??? Pois é, ele é muito bom mesmo!!!!!
E não esquecendo de mencionar também que Samantha Sweet, executiva do lar é mais um dos trabalhos da Sophie Kinsella, escritora inglesa que eu amo e de quem finalmente acabei de adquirir um livro que queria muito: O Segredo de Emma Corrigan. Ele estava na minha listinha para novas aquisições e foi adquirido na semana passada, eeeeeeeeeeeee... Depois de lê-lo, falo sobre ele aqui e um pouquinho mais sobre sua excelente autora também...

Um início de semana maravilhoso pessoal!!!

Sinopse: “Samantha Sweet é uma advogada workaholic, que não tem tempo para família e amigos. Relacionamentos? Apenas os profissionais, obrigada! É assim até o dia em que dá a maior mancada corporativa da sua vida. Desesperada, sai para uma voltinha. Quando percebe, Samantha está diante de uma mansão deslumbrante, e é confundida com uma candidata a doméstica. A advogada, repentinamente, se vê entre panelas, máquinas de lavar roupa e ferros de passar. Será que seus patrões vão desconfiar que contrataram uma advogada formada em Cambridge, com QI de 158?”

“A história de uma mulher que precisa diminuir o ritmo. Encontrar-se. Apaixonar-se. E descobrir para que serve um ferro de passar...”

12 de ago. de 2011

Menina de Vinte

 Bom, como eu já disse aqui, depois de ler um livro mais denso (desses cheios de fortes emoções), gosto de partir para algo mais açucarado e mais romântico. Vou seguir essa mesma lógica aqui no blog. E, embora eu ainda não tenha decidido o que ler depois de À Margem de Alice, resolvi que minha dica para o fim de semana vai ser uma obra mais leve e divertida: Menina de Vinte.
Antes de falar da narrativa em si, só quero ressaltar que a escritora desse romance é a simplesmente maravilhosa Sophie Kinsella, a quem dedicarei um texto aqui no blog também, só que mais pra frente certo???
Menina de Vinte é um romance muito legal, que conta a história de Lara Lington, uma menina de vinte e poucos anos que, além de estar enfrentando uns probleminhas no trabalho (sua amiga e sócia viajou para viver um novo caso de amor e deixou a empresa na sua mão inexperiente), está tendo de lidar com o fim de um relacionamento com o par que ela considerava perfeito, Josh.
Como desgraça pouca é bobagem (já dizia o ditado), Lara, durante um funeral da família, começa a ouvir uma menina da sua idade berrando com ela por causa de um colar... O pequeno detalhe é que, essa menina berrando é sua tia-avó Sadie, justamente a pessoa que está sendo velada nesse funeral e que só Lara consegue enxergar.
Será então que nossa personagem está de repente vendo fantasmas??? Sim, e uma fantasma muito real, que entra em sua vida fazendo exigências e causando muita confusão.
De repente, Lara se vê numa busca frenética pelo colar de Sadie, peça fundamental para que essa sua querida tia possa descansar em paz. E, nessa busca cheia de pérolas plumas e roupas de melindrosa, vamos encontrar, ao som de muito Charleston (gênero musical da década de vinte), muitas surpresas, diversão e romance... Simplesmente fantástico!!! Acho que vocês vão adorar dar umas risadas!!!

28 de jul. de 2011

Literatura Mulherzinha

A dica de hoje é de outro livro bem “mulherzinha” (jamais me cansarei deles, hehe). Na verdade existem muitas autoras que escrevem esses romances de mulheres parecidas com todas nós, nos quais rola muita identificação e inevitáveis risadas. Essas heroínas modernas (hummm... somos heroínas mesmo!!!) podem ser fonte de inspiração para as mais diferentes histórias. Juntando, por exemplo, sua própria história com a de suas amigas, já não daria um bom material para isso? Se não for o caso de um livro completo, pelo menos vários capítulos iriam render como fruto de tudo que já vivemos. E por gostar tanto desse gênero é que estou sempre procurando alguma novidade (pelo menos quando rola tempo e dinheiro, hehe).
A dica de hoje eu peguei lá da estante da Tia Rita (minha segunda mãe) e ainda tava na embalagem plástica. Pela capa já vi o estilo do livro e lendo a sinopse comprovei.

Tasha Harris Abre o Jogo é um livro leve, sincero e agradável de ler. Fala de uma mulher genial e que é um reflexo dos anos 90 (palavras da própria sinopse). Uma mulher de trinta anos, solteira, com sucesso na vida profissional, mas que não deixa de lado o sonho de encontrar seu par romântico. Contudo, essa busca por um homem ideal (que não seja um sapo disfarçado) ocorre sem dramas e sem fazer a personagem perder a pose, sempre seguindo em frente. Este livro foi escrito pela autora inglesa Jane Green. Como essas inglesas se dão bem com esse tipo de literatura né? Desde Bridget Jones (clássico da literatura mulherzinha que virou filme) elas estão mostrando que vieram para ficar... QUE BOM!!! A gente agradece!!!