Mostrando postagens com marcador Felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Felicidade. Mostrar todas as postagens

7 de mar. de 2013

Felicidade...

"Não existe um grande segredo para se conquistar a felicidade. Apenas descubra o que o faz feliz. Essa é a primeira coisa que você deve saber sobre si mesmo. Então parta para obter, fazer, sentir ou ser - de acordo com esse conhecimento. Conduza-se. Mantenha sua posição. Confie em si. Isso é, mais ou menos, sua função na vida..." 
(Marlena De Blasi - A Doce Vida na Úmbria)

Terminei a leitura de A Doce Vida na Úmbria na semana passada... Quero mais uma vez agradecer a minha amiga Cris por esse presente maravilhoso... Aliás, ela já leu esse romance e escreveu sobre ele aqui, vale muito a pena ir lá conferir...

E, na minha humilde opinião, A Doce Vida na Úmbria, é o melhor de todos os livros da Marlena De Blasi... Quer dizer, tudo o que ela escreve é maravilhoso, mas nesse último trabalho, ela escreve com tanta sensibilidade e delicadeza que conseguimos sentir sua felicidade e leveza em cada uma das palavras... Bem, as palavras ali em cima traduzem muito bem o espírito dela e do livro (e imagino que o da Itália também)... Leiam minha gente, não percam a oportunidade de conhecer essa escritora, suas obras e a Itália de seus olhos e coração... É impressionante e encantador!!!







16 de set. de 2011

Questões do Coração

Finalmente acabei de ler este livro, Questões do Coração... Como eu já havia comentado aqui na segunda-feira, estava completamente absorta na leitura dele. Não via a hora de terminar a história, apesar de que quando vou chegando no final de uma boa obra, dá aquele apertozinho, aquela vontade de prolongar minha relação com os personagens, que nessa hora já estão bem próximos de mim... E é essa proximidade que eu acho uma das coisas mais encantadoras da literatura...
Questões do Coração se mostrou além das minhas expectativas... Quando li a sinopse me senti mais entusiasmada com as críticas positivas à autora do que com a história em si, que de início achei que podia ser mais triste do que realmente é...
Não é um livro triste, é cativante, inteligente, sincero... Mas não posso deixar de dizer que seus personagens passam por momentos bem difíceis e precisam aprender a lidar e crescer com os sofrimentos... Nem tudo é como cada um sonhou... Mas este romance nos mostra que, independente dos sonhos, o importante é o amor, a cumplicidade, o companheirismo, a lealdade...
Acho que no fim, grande parte das pessoas espera uma vida perfeita, quando o fato de estarmos aqui, vivos, de pé, respirando, já é uma perfeição. Mas talvez a vida não seja perfeita do jeito que as pessoas imaginam ou fantasiam a perfeição... O que torna tudo mais leve e colorido na vida é quando decidimos encarar as coisas de forma mais tranqüila e positiva, enxergando a metade cheia do copo, os momentos abençoados do dia, a luz dentro de cada pessoa... Acho que essa é a receita, mas que só aprendemos devagar, um dia de cada vez, tentando melhorar a cada amanhecer... Como diz um texto que publiquei aqui, minimamente feliz, a felicidade em doses homeopáticas e diárias é o grande barato da vida... Ser feliz agora, nas coisas simples, tentando sempre descomplicar...
Agora deixem eu parar de filosofar e escrever a sinopse de uma vez, hehe... É tão bom quando um livro nos faz pensar além de cada palavra, por isso que eu amo ler...

Sinopse: “Tessa Russo é mãe de dois filhos e esposa de um renomado cirurgião pediátrico. Apesar de todos os seus receios, ela recentemente abandonou a carreira para se concentrar em sua família, na busca pela felicidade doméstica. Por fora, parece destinada a viver uma vida encantada.
Valerie Anderson é uma advogada e mãe solteira de um garotinho de seis anos, Charlie, que nunca conheceu seu pai. Depois de muitas decepções, desistiu do amor e até mesmo das amizades, acreditando que é sempre mais seguro não criar muitas expectativas.
Embora as duas vivam na mesma área de Boston, elas têm pouco em comum, com exceção do amor incondicional por seus filhos. Em uma noite, um trágico acidente faz suas vidas cruzarem-se de maneira inimaginável.”

Gente, um último pontito: sinto-me obrigada a dizer que não há mortes no livro, como até eu imaginei antes de ler. Estou falando isso não para ser estraga-prazeres, mas é que existem pessoas, como eu, que ficam meio desanimadas de ler histórias sobre mortes, ainda mais de pessoas próximas... E acho que a sinopse e outras indicações da capa dão um pouco essa impressão...


BOM FIM DE SEMANA MEU POVO!!! Descansem e leiam...

17 de ago. de 2011

Felicidade...

Oiiii pessoal!!! Hoje vou postar aqui no blog um texto para dar um “up” na nossa quarta-feira... Dessa vez não será nenhum da nossa querida escritora Martha Medeiros... Dessa vez será um que recebi por e-mail da minha amiga e mais nova mamis do pedaço, Bianca (obrigada pelo e-mail Bibis!!!)... Um texto muito lindinho e verdadeiro sobre a tão desejada felicidade...

Minimamente Feliz
A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.
Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-do-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir.
São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
“Eu contabilizo tudo de bom que me aparece”, sou adepta da felicidade homeopática. Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da “minha dieta de felicidade” o uso moderadíssimo da palavra “quando”. Aquela história de “quando eu ganhar na Mega Sena”, “quando eu me casar”, “quando tiver filhos”, “quando meus filhos crescerem”, “quando eu tiver um emprego fabuloso” ou “quando encontrar um homem que me mereça”, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer a felicidade de hoje.
Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque, quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam!!!
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Leila Ferreira - Jornalista

9 de ago. de 2011

Simplicidade...

Olá meu povo!!!
Para não perder o costume, hoje vou postar mais um texto da nossa amiga Martha Medeiros. Já percebi que todo mundo gosta e eles acabam ficando entre as postagens mais populares aqui do blog, que bom!!! Além do mais, acho que o conteúdo destes textos (o de hoje fala sobre simplicidade, que pra mim é sinônimo de felicidade) pode dar um colorido maior a nossa visão do dia, não é mesmo??? Espero que gostem...
UMA EXCELENTE TERÇA-FEIRA PRA TODO MUNDO!!!

SIMPLICIDADE:
Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer de esôfago. Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... Os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada. Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde! E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda! Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!