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14 de fev. de 2014

Dica para o fim de semana...

Olááá pessoas!!!
Então, para quem vai ficar em casa no fim de semana (porque até na praia, se não ficar dentro da água, o calor está de matar!!!) ou para quem vai passear de dia, mas depois aproveitará a noite para relaxar em seu lar doce lar, aí vão duas dicas de filmes que assisti essa semana e amei... Ambos são leves, românticos e franceses... Existe combinação melhor??? 
Um lindo fim de semana meu povo!!!

A Delicadeza do Amor: a atriz Audrey Tautou dispensa apresentações e o filme é delicado como ela e o título...



Paris Manhattan: um filme engraçado, que tem Paris como cenário e ainda fala de Woody Allen... Preciso dizer mais alguma coisa??? O tipo de produção para assistir, relaxar e viajar - nas palavras e nas imagens... Simples e sincero!!!


13 de out. de 2013

Filmes Franceses...



Oiiiiii de novo pessoas!!!

Então, não lembro se já comentei, mas acredito que sim - afinal a criatura aqui volta e meia se repete hehe - mas eu AMO a França, a cultura francesa, sua arte, seus livros e filmes... Meu sonho é conhecer Paris e andar andar e andar pela Cidade Luz, passando infinitas vezes pela Torre e pelo Arco do Triunfo... Depois, conhecer museus, igrejas e cada cantinho especial da Capital até estar exausta e ter de parar e sentar em um café, saboreando uma bela taça de vinho junto com todo o movimento ao meu redor...

Pois bem, enquanto isso não acontece (e a pessoa espera mais um bom tempinho até poder levar sua filhota) vou me entretendo com imagens e histórias, tanto de fotos e relatos de quem visitou a cidade quanto com livros e filmes que tenham como cenário de fundo esse mágico lugar...

Semana passada assisti dois filmes franceses que adorei e registrei para vir escrever a vocês... Um deles foi indicação da minha querida amiga Cris, do blog Mulheres em Círculo (lá sempre tem ótimas indicações!!!)... Ambos, com atrizes e roteiros maravilhosos, ficam como dica para o domingo!!!

UMA DOCE MENTIRA





A VIDA DE OUTRA MULHER


6 de out. de 2012

Meme Literário



Dia 06:
Um livro que todos deveriam ler pelo menos uma vez...

Ai, ai... Isso é tão difícil pra mim... Já li tantos livros, já amei tantas histórias, já conheci tantos personagens inesquecíveis... Citar uma só obra é torturanteeee, hehehe...
Mas vamos nos ater a algum tipo de lógica... Que tal um clássico??? Ou seria melhor algo mais recente??? Gente, confesso: sou a rainha da indecisão, credo...
Ahhhh, pensei em um... Pronto, vai ser esse: CASADOS COM PARIS.
Casados com Paris, da Paula McLain, é atual, mas fala de uma época clássica da literatura, assim como de um dos maiores escritores de todos os tempos, Ernest Hemingway... Conhecer um pouco sobre esse autor e sobre a Paris da década de 20, é conhecer uma parte importante da história da literatura mundial... Ter acesso a esse conteúdo através de um romance é melhor ainda, torna a narrativa mais fluida e gostosa de ler... Leiam esse livro minha gente e na seqüência assistam Meia Noite em Paris do Woody Allen... Vocês não vão se arrepender...
Um sábado repleto de livros e filmes, hehe...
 
 

10 de ago. de 2012

Hemingway e O Sol Também se Levanta


Gente, sei que já falei mais de uma vez sobre Casados com Paris, aliás, sei que falei sobre ele um bom número de vezes: relacionei-o com outro livro, com um filme e até usei-o como prêmio para o sorteio de comemoração do aniversário do blog... Sinceramente, sei de tudo isso e me desculpem por toda essa repetição, mas é que Casados com Paris foi um romance que acabou me levando ainda mais a fundo à famosa década de 20 e a uma Paris muito culta e literária...



Foi através de Casados com Paris que descobri a obra Paris é uma Festa, do Hemingway, conforme postei aqui... Foi graças a ele também que pude ver de forma mais analítica o filme Meia Noite em Paris, do Woody Allen... E agora, mais uma vez, durante a leitura do trabalho maravilhoso da Paula McLain, fui levada a viajar no tempo e a retornar ao primeiro best seller do Hemingway... Digo retornar porque já li esse best seller do autor, chamado O Sol Também se Levanta... Aliás, li esse livro numa época em que comecei a me cobrar a leitura dos clássicos da literatura... O exemplar que li, para vocês terem uma idéia, foi um daqueles de coleção, com capa dura vermelha e páginas bem amarelinhas, querem coisa melhor??? Aí é que a gente sente como se voltasse no tempo meeeesmo, hehe...



Pois é, então vim aqui para falar sobre mais essa agradável surpresa que tive ao ler Casados com Paris... Numa das passagens do livro, onde a autora falava da dedicação do jovem Hemingway ao seu primeiro e verdadeiro romance, foi que me dei conta de que a história que ele estava escrevendo era justamente essa que já li, ou seja, o primeiro romance famoso dele: O Sol Também se Levanta... Na hora, essa constatação foi quase como um insight - quando a gente se dá conta total de algo que está acontecendo ali na nossa cara, ao nosso redor - chega a dar uma sensação de euforia, sério mesmo, hehe...

Minha gente, quando me dei conta de que na internet existiam fotos que mostravam momentos que li em Casados com Paris e quando me toquei de que o livro falava também de um romance do Ernest que já li, foi que mais uma vez entendi o quanto a literatura pode ser mágica e envolvente, o quanto ela é capaz de nos levar para épocas que vão muito além de nossos sonhos e de nossas vidas... E é justamente nesses momentos que me dou conta da importância da leitura e do quanto quero que as pessoas compreendam essa sensação maravilhosa que sinto diante de um livro... E é por tudo isso que amo esse espaço, amo esse blog... Registrar as histórias aqui é uma maneira de registrar minha visão e meus sentimentos em relação a elas... E é essa inspiração que desejo a todos vocês nesse fim de semana... Muita luz e muito amor!!! Boas leituras!!!

Preciso ler este livro de novo para, quem sabe, compreendê-lo ainda melhor...

Sinopse: O Sol Também se Levanta, vigoroso romance de Ernest Hemingway, retrata, em estilo direto e despojado, os conflitos e frustração dos norte-americanos e ingleses que vivem em Paris após a Primeira Guerra Mundial. Para O Sol Também se Levanta, Hemingway criou tipos humanos complexos, representando assim uma geração contaminada pela ironia e pelo vazio diante da vida, com seus valores morais destruídos pela guerra e irremediavelmente perdidos. Temas como a solidão e a morte, os preferidos do escritor, são explorados de forma brilhante.



8 de ago. de 2012

Paris é uma Festa

Olááá meu povo...
Um início de semana iluminado e inspirador pra todos vocês!!!
Então, enquanto lia Casados com Paris, passei na frente de uma livraria e vi na vitrine o livro PARIS É UMA FESTA, do Ernest Hemingway... Já tinha ouvido falar sobre esse trabalho dele, ou melhor, li algo sobre ele na própria sinopse da autora Paula McLain em Casados com Paris... Segundo ela, “a vida boêmia e nada convencional” da década de 20 na capital francesa foi eternizada por Hemingway nesta sua obra... Ler Paris é uma Festa então, deve ser como continuar - ou melhor contextualizar - o romance da própria Paula... Além, claro, de também nos permitir prosseguir numa viagem maravilhosa, culta e literária à Cidade Luz... Ai, ai, já me deu aqueeeeela vontade de adquirir mais esse livro... Depois leiam a sinopse e vejam se não tenho razão, hehe...
Ahhh, só lembrando que Casados com Paris retrata essa mesma década de 20, só que sob o olhar de Hadley Richardson, esposa de Hemingway na época... Paris é uma Festa é a chance de visualizarmos agora as histórias por trás das lentes do próprio escritor, permitindo-nos também conhecê-lo ainda mais...

Hemingway, Richardson e o filho do casal John Hadley Nicanor Hemingway (acho que o livro Casados com Paris fala sobre essa viagem deles)

O Jovem Hemingway



Sinopse: Esta obra procura revelar um Hemingway diferente. Em Paris, aos 22 anos, ele lê, pela primeira vez, clássicos como Tolstói, Dostoiewski e Sthendal. Convive com Gertrude Stein, James Joyce, Edzra Pound, F. Scott Fitzgerald, figuras polêmicas e encantadoras para o jovem Hemingway. A cidade e esses “companheiros de viagem” deram-lhe nova dimensão do humano e maior sensibilidade para alcançar seus dois objetivos primordiais na vida – ser um bom escritor e viver em absoluta fidelidade consigo próprio.




10 de jul. de 2012

Paris III...


Olá meu povo!!! 
Um início de semana maravilhoso e iluminado pra todos vocês...
Então, todo mundo pareceu gostar tanto das duas últimas postagens sobre a Cidade Luz que resolvi escrever mais um pouquinho sobre ela...
Quero dedicar, com muito carinho, o post de hoje, pra minha amiga Silvia, que está em Paris e me escreveu de lá (adorei!!!), pra Patrícia Koch do Rio (e Tubarão, coincidência mesmo!!!) que será sempre bem vinda aqui, pra que, como eu, sonha em conhecer muitos lugares ainda, pra Lora, que adora viajar através da leitura também, pra Cláudia, que sempre tem novidades da Provence para dividir com a gente através do seu blog... Enfim, dedico o tema de hoje para todos os apaixonados por Paris, pelos livros e pelas belas histórias de amor, para todos que gostam de viajar, seja de avião ou pelas páginas de um bom romance...

Pois é, eu falei falei falei, disse do que se tratava o tema de hoje, mas não expliquei como nem por quê... Vamos lá então... Para dar continuidade a esse clima “glamouroso”, literário e cultural que a Cidade Luz consegue tão bem despertar nas pessoas, vou listar aqui, alguns dos romances que já citei no blog e que têm como cenário para suas lindas histórias as ruas, cafés, hotéis, igrejas, museus e outros lugares maravilhosos de Paris... Aproveitem, escolham seu livro e deixem-se levar pelas palavras, pelos personagens e pela cidade... 

Anna e o Beijo Francês, da Stephanie Perkins: leve e sonhador, descreve com detalhes lugares turísticos, importantes e belíssimos de Paris.
Casados com Paris, da Paula McLain: ainda não terminei, mas estou amando a história do jovem casal Hemingway nos loucos anos 20 de Paris.
Cinco Dias em Paris, da Danielle Steel: elegante e cheio de paixão. A combinação do estilo de escrever da autora, da história e da cidade é perfeita.
Travessuras da Menina Má, do Mario Vargas Llosa: obra prima do autor. Um romance cheio de paixões, decepções, encontros e desencontros na revolucionária Paris da década de 60. O livro descreve ainda diferentes épocas em diferentes cidades, não menos cultas, belas e interessantes.






5 de jul. de 2012

Paris II: Casados com Paris




Então, depois de assistir Meia Noite em Paris e me deparar com Hemingway em uma Paris da década de 20, finalmente decidi qual será minha próxima leitura... Explicando melhor: gostei tanto do que vi no filme do Woody Allen que acabei decidindo permanecer mais uns dias na Cidade Luz, hehe... Como assim??? O romance da vez será Casados com Paris, da Paula McLain, que conta “a história de amor e traição do jovem casal Hemingway nos loucos anos 1920” – de Paris, claro... E, preciso contar mais uma coisinha pra vocês, referente à indicação desse livro...

Era uma vez...
Brincadeira, hehe...
Agora sério... Um pouco depois de começar o blog (há quase um ano atrás), consegui o endereço de e-mail da escritora Martha Medeiros na coluna de domingo que ela escreve para o jornal Zero Hora... A cara de pau aqui, resolveu escrever a ela para falar da admiração que mantinha por seu trabalho e também para indicar o blog (já que o mesmo tinha mais de um post sobre ela)... E, qual não foi minha surpresa, quando ela não só respondeu o e-mail como também se preocupou em fazer a indicação de um livro??? Sim, dei pulos de alegria (literalmente tá???) e saí correndo para comprar “o romance que minha amiga Martha indicou” (imaginem a cena toda hein??? hehe)...
Então, agora parece, finalmente, que surgiu o momento certo para casar as duas coisas, ou três, quatro - escolhendo Casados com Paris para ser a leitura do momento, contando pra vocês de onde surgiu sua indicação e a relação dessa indicação com minha admiração pela Martha Medeiros (ufa!) e mostrando a relação do cenário do livro com o cenário temporal do filme do Woody Allen...

E aí, gostaram??? Espero que sim... Abração minha gente e um ótimo fim de semana a todos!!!


Ahhh, abaixo copiei o e-mail que a Martha mandou, é pequenininho, mas pela menos ela respondeu né???

Bacana teu blog, e como você é eclética nas suas escolhas! Lê de tudo!
Sou quase assim. Quase...
Obrigada pelas citações e te deixo uma sugestão de leitura: “Casados com
Paris, de Paula McLain. É a história do primeiro casamento de Hemingway.
Uma delícia de livro.
Bj,
Martha

3 de jul. de 2012

Paris I: Meia Noite em Paris


Olááá pessoal!!! Um início de semana maravilhoso e iluminado pra todos vocês...

Então, quando decidi assistir ao filme Meia Noite em Paris não sabia muita coisa sobre ele, apenas que se tratava de uma obra do Woody Allen – de quem eu simplesmente adoro quase todos os trabalhos – e que mostrava algo relacionado a uma viagem ao passado...

Finalmente tive o prazer de assistir a esse filme na semana passada... Comecei num dia e acabei terminando em outro (ou outro??? acho que vi em três partes, hehe), mas isso me permitiu saborear ainda mais a história, acompanhando-a com toda a atenção e concentração que ela merecia...

Gente, Meia Noite em Paris é simplesmente MARAVILHOSO (como maravilhosa deve ser Paris à meia noite, “ao vivo” e “a cores”)... Mas uma mistura de Woody Allen, Paris e Literatura só poderia resultar em algo extremamente interessante e inteligente mesmo...
As imagens da capital francesa são lindas, mostrando uma Paris cheia de luz (claro, por isso é considerada a Cidade Luz né Aliny???), leveza, beleza e movimento... Pra quem já foi (eu infelizmente ainda não) deve ser melhor ainda acompanhar essas imagens captadas de lugares conhecidos e admirados não???

Duas outras coisas que gostei no filme:
- A atuação do Owen Wilson como “alter –ego” do Woody Allen, que foi muito bem feita... Sim, porque imaginei que o papel do Owen no filme seria o mesmo que o Woody Allen teria feito se, nesse trabalho, ele não tivesse optado por ficar só na direção... Gosto do jeito fatalista e até psicanalítico do Woody Allen, ele consegue falar dos problemas existenciais de forma cômica, tornando toda a problemática existencial mais leve e acessível (estou viajando muito??? hehe)...
- Outra coisa que eu amei e que foi inesperada foi a relação dessa “viagem ao passado” que o protagonista faz – mais precisamente a uma Paris dos anos 20 – com os mestres da literatura do pós guerra (nesse caso, a primeira guerra), ou melhor, com os mestres da literatura e ponto, já que eles continuam sendo mestres até hoje – leia-se Hemingway, Fitzgerald, entre outros artistas e representantes das diversas formas de arte, não menos importantes e ilustres, como Picasso e Dalí...

Assistam minha gente, porque - especialmente para os admiradores do trabalho de Woody Allen, da literatura, de Paris ou mesmo para quem gosta de um bom filme – Meia Noite em Paris é um prato cheio - cheio de entretenimento, cultura e diversão...



Adorei o cartaz em inglês - o cenário parece um quadro

26 de mar. de 2012

O Palácio de Inverno



Estava louca para vir escrever sobre esse romance muitos antes de tê-lo terminado... Mas esperei, esperei até chegar à última página dele, à última palavra... E agora aqui estou, sem palavras, ou pelo menos, sem encontrar aquelas que darão conta de expressar o que li e senti, que é quase indescritível...

O Palácio de Inverno é um daqueles livros cuja história continua na nossa cabeça mesmo ao fim de sua leitura (na minha está até agora)... Seus personagens são tão fortes, tão vivos, que somos capazes de nos sensibilizar com todas as suas emoções, sentindo suas angústias e tristezas, revivendo suas lembranças, pensando em seus destinos, testemunhando seu amor... É como se eu os conhecesse... Tanto que, antes mesmo dos parágrafos finais, eu já havia começado a chorar... E chorei por um bom tempo...

O protagonista do livro, Geórgui Jachmenev, é fictício (e maravilhoso), mas alguns personagens e acontecimentos históricos são bem reais: o último Czar da Rússia - Nicolau II, Rasputin, Winston Churchill, a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, a Revolução Bolchevique... Jachmenev não só presencia esses eventos como convive em meio a essas figuras reais, o que torna tudo ainda mais interessante...

Uma história de amor que, em meio a muitas perdas, aos horrores da guerra, a lembranças e segredos que precisavam ser esquecidos, conseguiu se manter com toda a sua intensidade e encanto, tornando-se cada vez mais forte e inesquecível!!!

“...Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história...”

Um dos melhores livros que li na minha vida... Quando me perguntarem, aliás, ele vai ser sempre citado como um dos meus preferidos, sem pensar duas vezes... Leiam minha gente, do fundo do meu coração: LEIAM!!! Porque é simplesmente uma história muito especial!!! Boa semana a todos vocês, muito amor e muita luz!!!

30 de set. de 2011

Paris... Continuação: Anna e o Beijo Francês

Ooiiieeeee pessoal!!! 
Eu já queria ter vindo escrever ontem, mas me segurei e guardei a dica para o fim de semana. Então vamos lá... 
Sabem aquela leitura desencanada, leve e "relax"??? Sabem aqueles romances melosos, mas que mesmo previsíveis nos fazem suspirar tipo: "ai, ai, que romântico"???? Pois é, Anna e o Beijo Francês é assim... Simples, fácil, doce e romântico... Uma história para nos descontrair e fazer-nos viajar e nos sentirmos jovens de novo (a idade não está em números, mas na cabeça de cada um)... Afinal uma mistura de Paris, paixão e diversão não tinha como não ser boa né??? Amei... Amei... Amei!!!
E eis um trechinho do livro para incentivar a leitura de vocês:


"Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Monalisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs - ou qualquer nome que eles dão a estes - em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo..."



Sinopse: Anna não está nada entusiasmada com a idéia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Étienne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Étienne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?

Gente, essa semana estive em Paris (da minha imaginação, mas estive), mas para a próxima segunda-feira minhas malas já estarão prontas para um novo passeio, afinal ler é viajar. Por isso que eu AMO ler!!!
Um fim de semana cheio de luz, alegria e doçura para todos vocês!!!

27 de set. de 2011

Paris...

Oi pessoal!!! Estou em Paris...
Não na "Cidade Luz", real e majestosa, mas na Paris da minha imaginação, dos meus sonhos... Ela é majestosa também, mas não tão real assim... A minha Paris é aquela das páginas do livro Anna e o Beijo Francês...

Tive três momentos diferentes com esse romance:
1 - Comprei-o empolgada, tanto pelas indicações quanto pela capa e pelo cenário.
2 - Comecei a ler e achei que a história era "teen" demais (não que eu não seja jovem também, hehe).
3 - Passei a gostar da tal da Anna, a gostar das descrições de Paris e passei a me sentir próxima da personagem e da cidade, torcendo por um final feliz... Resumindo, estou adorando tudo!!!

Ainda não cheguei na metade do livro, mas estou muito empolgada com a leitura e logo que terminá-la venho conversar com vocês sobre minha impressão final...
 Ahhhh... Só mais uma coisinha... Adorei uma frase do livro que diz:
"Algumas pessoas têm preconceito sobre ir ao cinema sozinhas, mas eu não. Porque quando as luzes se apagam, a única relação que ainda existe na sala é entre mim e o filme..."
Por que gostei dessa frase???
Porque também não tenho problemas em ir ao cinema sozinha (amo cinema) e porque acho que na leitura também tem essa relação entre você e o livro, você e os personagens, você e a história...
Até mais meu povo!!!











6 de set. de 2011

Quem Tem Medo de Escuro? e Depois da Escuridão

Acabei nesse exato momento de ler “Quem Tem Medo de Escuro?”, do Sidney Sheldon, e já vim aqui correndo dividir minha impressão com vocês...
Num post que publiquei há (exatamente) uma semana atrás aqui, dia trinta de agosto, comentei que estava quase terminando este livro e que ele estava conseguindo prender minha atenção por ter uma “leitura fácil, fluente e empolgante...” Pois é, apesar desse meu “quase terminando” ter levado uma semana (andei meio devagar mesmo, hehe), aqui estou eu para falar desse romance cheio de suspense...
Bom, posso dizer que a narrativa do Sheldon prende minha atenção principalmente pelo suspense que envolve os fatos e personagens, que nos deixa ansioso para saber o desfecho final das coisas, e pelo jeito dinâmico dele escrever... Só que nessa obra, Quem Tem Medo de Escuro?, a ação de toda a narrativa acabou sendo mais empolgante que o final em si... Não que o final não tenha sido bom... O final foi bom, mas sem muitas grandes emoções entendem???    
O outro trabalho do Sheldon que eu tinha lido chama-se Depois da Escuridão e teve a participação de Tilly Bagshawe como co-autora... Apesar de ter achado que as duas obras têm o mesmo estilo narrativo, Depois da Escuridão conseguiu me envolver mais em sua história... Talvez até pelo fato de ter sido o primeiro trabalho do Sheldon que eu conhecia, pode ser...
Pra resumir, os dois livros são bons... Têm romance, suspense e ação... Conseguem nos entreter e são bons companheiros de leitura pra quem gosta desse gênero...
Não posso dizer que as obras do Sheldon estão entre aquelas que ficaram marcadas entre minhas leituras, sinceramente não, mas foram capazes sim de me descontrair, de receber minha atenção...

Sinopse: Em Berlim, uma mulher desaparece em plena luz do dia. Em Paris, um homem pula da Torre Eiffel. Em Denver, um avião se espatifa nas montanhas. Em Nova York, um corpo é encontrado às margens do East River. A princípio, todos os episódios parecem isolados, mas em pouco tempo a polícia irá encontrar uma misteriosa conexão entre as quatro vítimas e o Kingsley International Group (KIG), uma importante empresa de pesquisa de alta tecnologia, envolvida em estratégia militar, telecomunicações e questões ambientais. Kelly Harris e Diane Stevens - jovens viúvas de duas das vítimas - recebem um convite para encontrar Tanner Kingsley, o chefão da KIG, em Nova York. No encontro, Tanner assegura às viúvas que está usando de todos os meios disponíveis para descobrir quem está por trás das mortes de seus maridos. Mas logo depois da promessa, parece ser tarde demais para esforços. As duas passam a ser alvo de sucessivas tentativas de assassinato.


Sinopse: A doce e angelical Grace Brookstein é a socialite mais querida dos Estados Unidos e leva uma vida de princesa. Até o dia em que seu marido, o bilionário Lenny Brookstein, dono do fundo de hedge Quorum, sai para velejar e nunca mais retorna. Enquanto lida com a trágica morte do marido, um novo escândalo abala a vida de Grace: bilhões de dólares desaparecem do fundo Quorum, provocando a falência de milhares de famílias. Grace torna-se a principal suspeita e da noite para o dia sua vida se transforma. Determinada a provar sua inocência, Grace embarca numa jornada que revelará que ninguém a sua volta é digno de confiança.

22 de ago. de 2011

Travessuras da Menina Má

Olá meu povo!!! Um início de semana maravilhoso pra todos vocês...
Vou começar a semana falando sobre um livro muito especial pra mim. Especial porque além de contar uma ótima história, foi o primeiro livro que ganhei do meu maridão (com dedicatória e tudo) na época em que éramos apenas namorados (acho que foi no dia dos namorados inclusive)... Tenho até ciúme de emprestá-lo, hehe (mas empresto sim tá pessoal???).
Esse romance está, com certeza, na lista dos melhores que já li (acho que enquanto viver não vou me cansar de dizer: um dos melhores que já li, hahahaha) e colocou o autor, Mario Vargas Llosa, entre meus escritores preferidos...
Travessuras da Menina Má é um livro completo. E, por completo, quero dizer: tem romance, paixão, sonhos, decepções, encontros e desencontros. Tudo isso mesclado a cenários mundiais muito interessantes e ricos em cultura. A história começa em Lima, Peru, nos anos 50, vai até a Paris revolucionária dos anos 60, passa pela Londres da cultura hippie dos anos 70, pela Tóquio dos grandes mafiosos e também pela Madri em transição política dos anos 80. Permitindo-nos assim viajar bastante.
Uma obra que descreve os caminhos tomados pelos personagens Ricardo e Lily (a própria menina má do título) que, hora se cruzam, ora se separam. Uma narrativa que nos fala do amor e suas mil faces, que nos revela “paixão e distância, acaso e destino, dor e prazer...” Uma história que nos traz conhecimento e nos situa culturalmente em cada um dos períodos e países que ela descreve...
Como eu disse, um livro completo, repleto dos elementos indispensáveis que transformam um romance numa grande obra...


31 de jul. de 2011

Cinco Dias em Paris

Já que no texto anterior (sexta-feira) viajamos à Itália, que tal dessa vez dar uma voltinha até a França, mais precisamente Paris???? (Essa dica também é especialmente pra você Camila)
Bom, eu li Cinco Dias em Paris num verão lá na Jaguaruna (minha praia)... Minha sogra Vevé tinha pegado emprestado com alguém (a gente sempre se empresta livros, dizemos que somos um clubinho de leitura, hehe)... E como todos os romances da Danielle Steel, esse é bem açucarado, como eu gosto. Esses livros mais açucarados, cheios de amor dramas e sonhos, se tornam ainda melhores depois da gente ter lido um daqueles livros mais pesados e tristes. É ótimo intercalar entre um e outro (algo mais pesado/algo mais leve/algo mais pesado... e assim por diante).
As narrativas da Danielle Steel costumam se passar em lugares bem elegantes e estão sempre norteadas de muito glamour (se vamos viajar, um pouco de glamour não faz mal a ninguém né?). Cinco Dias em Paris é um exemplo disso, chique “no úrtimo”.
São literalmente cinco dias nessa cidade-luz que transformam a vida e o coração dos personagens, Olívia e Peter. Ela é a esposa de um político famoso e ele é o diretor-presidente de uma indústria farmacêutica. Tendo a Place Vendôme como cenário de fundo, eles iniciam uma paixão que vai mudar suas vidas e se estender muito além da França... A Place Vendôme é uma das praças mais famosas do mundo e um marco na cidade de Paris. Detalhe: eu nunca estive lá pessoalmente, mas acho que consigo imaginar cada detalhe. A França também é um dos meus sonhos de consumo, como a Itália... APROVEITEM A VIAGEM QUERIDOS LEITORES!!!
OBS: Leitores que já estiveram em Paris podiam dividir sua impressão da cidade nos comentários com a gente, que tal???



DANIELLE STEEL: “Grande dama do romance. Dona de um estilo inconfundível, amada por legiões de leitores em dezenas de países. Seus livros já venderam mais de 560 milhões de exemplares em todo o mundo.”