3 de jul. de 2012

Paris I: Meia Noite em Paris


Olááá pessoal!!! Um início de semana maravilhoso e iluminado pra todos vocês...

Então, quando decidi assistir ao filme Meia Noite em Paris não sabia muita coisa sobre ele, apenas que se tratava de uma obra do Woody Allen – de quem eu simplesmente adoro quase todos os trabalhos – e que mostrava algo relacionado a uma viagem ao passado...

Finalmente tive o prazer de assistir a esse filme na semana passada... Comecei num dia e acabei terminando em outro (ou outro??? acho que vi em três partes, hehe), mas isso me permitiu saborear ainda mais a história, acompanhando-a com toda a atenção e concentração que ela merecia...

Gente, Meia Noite em Paris é simplesmente MARAVILHOSO (como maravilhosa deve ser Paris à meia noite, “ao vivo” e “a cores”)... Mas uma mistura de Woody Allen, Paris e Literatura só poderia resultar em algo extremamente interessante e inteligente mesmo...
As imagens da capital francesa são lindas, mostrando uma Paris cheia de luz (claro, por isso é considerada a Cidade Luz né Aliny???), leveza, beleza e movimento... Pra quem já foi (eu infelizmente ainda não) deve ser melhor ainda acompanhar essas imagens captadas de lugares conhecidos e admirados não???

Duas outras coisas que gostei no filme:
- A atuação do Owen Wilson como “alter –ego” do Woody Allen, que foi muito bem feita... Sim, porque imaginei que o papel do Owen no filme seria o mesmo que o Woody Allen teria feito se, nesse trabalho, ele não tivesse optado por ficar só na direção... Gosto do jeito fatalista e até psicanalítico do Woody Allen, ele consegue falar dos problemas existenciais de forma cômica, tornando toda a problemática existencial mais leve e acessível (estou viajando muito??? hehe)...
- Outra coisa que eu amei e que foi inesperada foi a relação dessa “viagem ao passado” que o protagonista faz – mais precisamente a uma Paris dos anos 20 – com os mestres da literatura do pós guerra (nesse caso, a primeira guerra), ou melhor, com os mestres da literatura e ponto, já que eles continuam sendo mestres até hoje – leia-se Hemingway, Fitzgerald, entre outros artistas e representantes das diversas formas de arte, não menos importantes e ilustres, como Picasso e Dalí...

Assistam minha gente, porque - especialmente para os admiradores do trabalho de Woody Allen, da literatura, de Paris ou mesmo para quem gosta de um bom filme – Meia Noite em Paris é um prato cheio - cheio de entretenimento, cultura e diversão...



Adorei o cartaz em inglês - o cenário parece um quadro

29 de jun. de 2012

Dia Especial...


O dia de hoje é muito muito muito especial... Há exatos 36 anos, nascia o Davi... Esse, que tem o mesmo nome do Rei, escolhido por Deus, para comandar Israel... Esse, que tem nome de estrela, a estrela mais brilhante do céu, a primeira a nascer... Esse, que muita gente tem a alegria e o orgulho de conhecer... O filho da Tia Vera e do Tio Beto, o irmão da Fá e da Beta, o amigo pra todas as horas de muitos amigos... Esse Davi, que além de ser uma das pessoas mais leves e especiais que já conheci, é também o AMOR da minha VIDA...
Feliz Aniversário!!! Que a vida seja sempre doce e serena com você, que o caminho seja sempre cheio de luz, que todos os dias sejam de paz e de harmonia, que a esperança o mantenha firme nos seus propósitos e sonhos, que a fé seja o alimento da sua alma e que o amor transborde sempre em nossos corações, tornando a vida mais colorida e leve, cheia de felicidade... Parabéns meu amor!!! Te amo muito!!!!





28 de jun. de 2012

Sugestão


Olá pessoal!!!
Sei que aqui no blog já existe um link (ali em cima) sobre PRESENTES, com sugestões, informações e dicas de livros para presentear os amigos e amantes da literatura, mas resolvi fazer esse post mesmo assim, para falar sobre um romance que demos para a Vevé (minha sogra) no dia das mães e ela adorou...
O romance escolhido foi A Casa das Orquídeas, da Lucinda Riley... Escolhemos (tá bom, confesso, eu escolhi, hehe) o livro pela sinopse – adoro ler sinopses e essa me pareceu bem interessante - e acertei viu??? Segundo a Vevé, ele é ótimo e, para quem gosta de histórias que envolvem boas sagas familiares então, esse parece um prato cheio... Inclusive agora, A Casa das Orquídeas está lá em casa me esperando, mas ele ainda não é a leitura da vez, mas me aguardem, hehe... Tchau meu povo!!! Fica a dica...


Sinopse: Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações.
Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park...
E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo de Olívia e Harry Crawford, um jovem casal separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cujo frágil casamento estava destinado a afetar a felicidade de muitas gerações, inclusive da de Júlia...


26 de jun. de 2012

O Verão e a Cidade (ou Os Diários de Carrie parte II)




Adorei O Verão e a Cidade, muito mais que Os Diários de Carrie... Quer dizer, embora no primeiro livro Carrie seja uma jovem apaixonante, apaixonada e obstinada ao mesmo tempo, nesse segundo ela parece um pouco diferente - mais determinada (ainda), mais segura de si, mais criativa, mais dona de seu nariz, mais madura, sem medo de errar... Nem Nova York foi capaz de apagar seu brilho e seus sonhos, pelo contrário, acho que a cidade ainda revelou o melhor dela, e talvez por isso, tanto nos seriados como no filme Sex and the City, a Big Apple pareça a melhor cidade do mundo, onde tudo pode acontecer...

A única coisa que, sinceramente, preciso criticar (gente eu sempre tenho dificuldades para criticar um livro sabiam???) uma coisinha: existem algumas lacunas entre o seriado Sex and the City e os dois livros: Os Diários de Carrie e O Verão e a Cidade (ou Os Diários Volume II)... Já tinha sentido algumas diferenças entre o que a Carrie adulta conta sobre sua juventude e família no seriado e entre o que a gente lê no livro Os Diários de Carrie. E olha minha gente, não entendo muito bem o porquê disso, já que a autora (e criadora) da personagem é sempre a pessoa que mais conhece e sabe dela certo??? Achei que essa discordância foi desnecessária, aliás, prefiro a versão de família e juventude do livro O Verão e a Cidade e Os Diários de Carrie... Até porque, uma coisa que gostei muito, foi o quanto essa Carrie jovem era destemida, porém doce e sensível ao mesmo tempo, leve, o quanto ela era amada pela família e o quanto a personalidade de sua mãe fez toda a diferença no seu jeito de ser e ver a vida... A Carrie adulta do seriado é um pouco descrente às vezes, embora não deixe de continuar sonhando – contraditório isso??? Acho que não, hehe...

Ahhhh, uma outra coisita que amei foi que em O Verão e a Cidade fica muito claro o amor de Carrie e muitos de seus amigos de Nova York pelos livros... Os livros norteiam muitas de suas escolhas e muito do seu conhecimento sobre as coisas da vida e das pessoas... Resumindo: AMEI!!!
Agora estou ansiosa, tanto para assistir a nova série que será sobre as mulheres de Sex and the City quando chegaram a Nova York (20 anos antes do filme), quanto para ler um próximo romance que Candace Bushnell escrever, já que suas personagens são cheias de personalidade, estilo e simpatia... Bom início de semana pessoal!!!

22 de jun. de 2012

O Clube de Leitura de Jane Austen




Meu Deus, como pude demorar tanto tempo para assistir esse filme???
Ele é simplesmente maravilhoso, especialmente para os amantes da literatura...

O Clube de Leitura de Jane Austen é inteligente, sincero, romântico e realista... Os sentimentos e as emoções de seus personagens se fundem (e confundem) aos sentimentos e emoções dos personagens dos livros que estão lendo, mostrando não só que a vida imita a arte, ou vice-versa, mas que uma boa história de vida e de amor (não seriam os dois o complemento um do outro???) independe de uma época...

A sensibilidade e a intensidade com que escreveu seus romances, tornou a autora, Jane Austen, bem como suas obras, verdadeiros clássicos da literatura mundial e das histórias de amor... Aliás, como foi que passei tanto tempo sem ler seus livros??? Gente, tenho até vergonha de admitir, mas nunca li nada da escritora, só assisti a dois filmes inspirados em seus trabalhos: Razão e Sensibilidade e Orgulho e Preconceito - que também ficam como dicas de filmes para quem não viu, assistir, e logo porque são muito muito bons!!!

Se para essa pessoa aqui que vos fala já foi maravilhoso assistir O Clube de Leitura de Jane Austen, imaginem como será para os fiéis leitores e admiradores de Austen???
Então fica a dica pessoal... Um fim de semana maravilhoso pra todos vocês... Muita luz e harmonia... Aproveitem o friozinho, encham bem a pancinha (hehe), curtam filmes e comecem a ler um bom romance... Até mais!!!





21 de jun. de 2012

Superação...


Oiiieee!!!
Então pessoal, acabei de ler na revista Vogue do mês de abril (peguei emprestada achando que era de junho, olhem só, hehe) e me deparei com uma matéria que me emocionou... O jornalista Carmo Chagas escreveu um livro intitulado Feliz de Outro Jeito, em que conta a história real de superação de sua mulher Léa que, após a complicação de uma cirurgia cardíaca, teve de amputar os dois pés e começar a usar próteses para voltar a andar e tocar sua vida...
Gente, o texto dele é lindo, sensível, claro, emocionante, leve... Fiquei curiosa sobre o livro e aproveito para estimular a curiosidade de vocês também...
Feliz de Outro Jeito fala da alegria de estarmos vivos e da felicidade que pode surgir a partir da superação de nossos próprios limites... Uma história de vida e de amor, já que o casal, Carmo e Léa, está junto há 43 anos... Vale a pena ler, se emocionar e conhecer a força e a fé de uma mulher...


19 de jun. de 2012

Ler faz BEM...


Olááá pessoal!!!
Um ótimo início de semana para todos vocês...

Olha gente, eu andava meio preocupada “comigo própria”, de verdade... Estava me sentindo muito devagar com minhas leituras... A essa altura do campeonato, por exemplo, no ano passado, acredito que já tinha lido um número maior de romances do que esse ano... Sei que agora tenho o blog e tudo... Sei também que preciso me conectar, vir aqui, escrever, ler os outros blogs e me atualizar, mas, mesmo assim, acho que esse espaço aqui (bem como sua essência), só tem sentindo por conta dos livros que eu leio certo??? Quer dizer, ainda que eu goste de falar sobre algumas crônicas – filmes e músicas - ou mesmo sobre algumas passagens da minha vida e coisas que acredito e gosto, a literatura é maior prioridade do blog né??? Acredito que muita gente (leia-se: outras blogueiras, amigas e pessoas que conheço e admiro) acaba dando um tempo do espaço virtual às vezes, seja por conta dos compromissos, da correria do dia-a-dia e das outras atividades que executa, ou seja por nenhuma razão em específico também (sim, todos temos esse direito ué)... Mas, quando o assunto são os livros (e quem escreve sobre isso), penso que, mesmo afastados, não podemos deixar de ler, ou podemos??? Digam sim e me sentirei mais aliviada, hehe, brincadeira... Ler é uma necessidade minha, independente de qualquer coisa...

Pois então, o objetivo do texto de hoje, além de ser o de lhes desejar um dia maravilhoso, é o de contar que, na quinta e sexta-feira passada, senti um novo ritmo voltando para minhas leituras... Consegui quase terminar um livro em menos de uma semana, me dediquei a ler ininterruptamente um romance durante horas e, sabem o que isso me fez sentir??? Senti o quanto é exatamente isso que eu adoro fazer, o quanto é exatamente isso que me faz um bem danado, o quanto isso funciona como uma verdadeira terapia, me desligando do mundo e me permitindo viajar com meus personagens... E isso tudo meu povo, não tem preço, porque é exatamente essa a sensação que dá todo o sentido e alimenta toda a paixão pela leitura... Não quero mais abandonar esse sentimento e espero, sinceramente, que vocês, leitores, também sejam contemplados com isso, afinal, quanto mais livros eu conhecer, mais dicas, sugestões e textos terei para dividir com vocês... Um abração meu people!!!


15 de jun. de 2012

Madame Bovary - parte II


Voltando a nossa amiga Bovary...
Então, o escritor francês, Gustave Flaubert, publicou esse romance em 1857, o que gerou toda uma comoção naquele tempo (imaginem) e levou o autor a um julgamento por ofender a moral e a religião, do qual ele foi absolvido. Madame Bovary foi seu trabalho mais importante e considerada a primeira obra da literatura realista.

O romance faz uma crítica aos valores burgueses da época narrando a história de Emma, uma mulher criada no campo, muito bonita e requintada para os padrões provincianos, que mesmo casando-se com o apaixonado médico Charles Bovary, nunca parece estar satisfeita com sua vida, buscando no adultério, a liberdade e a felicidade que nem seu marido e nem o nascimento de sua filha conseguiram satisfazer...

Gostei de duas coisas nessa obra:
- Uma, claro, a história em si e sua relação com a Psicanálise de Lacan que aprendi na faculdade. É claro que depois de anos, o livro acabou fazendo muito mais sentido que o filme. Aliás, acho que li esse livro justamente por conta de seu significado psicanalítico e acabei gostando da história independente disso.
- Duas: mesmo sendo um livro de 1857, o autor continua fazendo-se entender até os dias de hoje, assim como o conteúdo de sua obra, o que mais uma vez vem provar (como se isso precisasse de provas) o caráter atemporal da literatura.

Leiam, conheçam a história, façam suas próprias análises e divirtam-se... Acho tão bom quando um romance é capaz de abrir um leque de significados e observações... Vamos trocar idéias... Venham aqui comentar, quero saber a opinião de vocês sobre o livro (ou filme) e sobre a Psicanálise... Sejam sempre bem-vindos!!! Um ótimo fim de semana a todos!!!! 


O escritor Flaubert

Imagem de Emma Bovary no filme que assisti

14 de jun. de 2012

Madame Bovary e a Psicanálise - parte I


Olá minha gente!!!

Então, a primeira vez que ouvi falar sobre Madame Bovary foi na faculdade de Psicologia. Estava fazendo uma matéria que se chamava “Introdução a Jacques Lacan”, lecionada pelo professor Sérgio Scott, na UFSC.
Para quem não conhece, Lacan foi um importante teórico da Psicanálise e, foi também por gostar e me identificar com sua obra que, durante alguns anos, fiz análise com uma Psicóloga de Orientação Lacaniana – ela era (e continua sendo) quase uma “ídola” pra mim (Freud, ou Lacan, explicam isso, hehe)... Depois da faculdade também fiz alguns anos de formação em Lacan porque, pra mim pelo menos, sua relação teoria-prática é algo totalmente palpável no consultório - trocando em miúdos - é possível ver, de forma clara e prática, todo o sentido de seus ensinamentos na relação terapeuta-paciente...

Ai, ai, meu povo, me empolguei, mas é que esse assunto é empolgante demais pra mim... Lembro que quando fui a primeira vez na Escola Brasileira de Psicanálise, em Floripa, fiquei admirada com os jornais franceses que estavam pendurados em quadros nas paredes, dando à sala da Escola um ar meio “retrô”, misterioso e analítico, hehe... Sim, definitivamente adoro a Psicanálise e consigo sentir sua presença em diversos momentos da vida – da minha e da dos outros – mas não se preocupem, não fico analisando o povo o tempo todo, atualmente, como não clinico, costumo fazer isso só diante o pedido de alguma amiga insistente, hehe... As manifestações artísticas – literatura, cinema, teatro – e as relações humanas também estão carregadas de Psicanálise...

Agora, voltando ao início... Esse professor que ministrava Lacan, Sérgio Scott, era um especialista em Madame Bovary. Como assim??? Explico: Sérgio Scott usou a obra Madame Bovary em seu doutorado para falar da Histeria, uma neurose bastante complexa e estudada desde os tempos de Freud... Aliás, o termo “histérica” caiu no gosto popular e hoje é utilizado para definir pessoas que não necessariamente apresentam essa neurose (eis o tão falado senso comum)...
Depois de falar sobre essa tal Madame, o professor apresentou o filme de mesmo nome (sim, existe o livro e o filme)... É, faz tempo minha gente, tanto que na época, assistimos o filme, que havia sido gravado do Corujão (aquele que passa bem tarde na globo e que geralmente apresenta filmes mais antigos, lembram??? Pois é), num vídeo cassete... Agora só me recordo de ter achado aquela mulher, vamos chamar assim, um tanto quanto singular, hehe...

E, depois de muitos anos, me deparo com quem??? Exatamente, com o tal livro do Gustave Flaubert chamado: Madame Bovary. Só não lembro aonde comprei, sei que foi num sebo, mas não lembro das circunstâncias específicas, mas acho que isso não importa né??? Aliás, este livro está emprestado e ainda não me devolveram, hehe, mas a pessoa já se explicou...
Voltem amanhã e contarei a história do livro sim??? Porque esse texto aqui já ficou muito grande pro meu gosto (e de repente para o de vocês também, melhor prevenir, hehe)... “Inté” amanhã!!!!

Jacques Lacan

Capa da edição que li (bem antiga)

12 de jun. de 2012

Dia dos Namorados...


Olá minha gente!!! Tudo bem por aqui???
Bom, sendo hoje Dia dos Namorados, não há como não falar, ou escrever, sobre o AMOR... Aliás, preciso confessar uma coisita a vocês: decididamente sou uma pessoa romântica, bem romântica (e das assumidas hein??? hehe)...

E, para celebrar o dia de hoje, decidi publicar a letra de uma canção do Vinicius que eu amo e que, não por acaso, foi a música que meu marido entrou na igreja no nosso casamento... Vinicius, pra mim, foi um dos maiores poetas de todos os tempos e suas obras permanecerão inesquecíveis... Sei que muitos já devem conhecer essa letra, mas, quando o assunto é amor, nunca é demais falar, ler, cantar, sentir... 
Essa é também a minha homenagem para meu Davi, meu amor, meu eterno namorado...

Se todos fossem iguais a você:

“Vai tua vida
Teu caminho é de paz e amor
A tua vida
É uma linda canção de amor
Abre teus braços e canta a última esperança
A esperança divina de amar em paz

Se todos fossem iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar
A sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol, como a flor, como a luz
Amar sem mentir, nem sofrer

Existiria a verdade
Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo iguais a você...”




6 de jun. de 2012

Comprando livros...


Gente, toda mulher – e acho que todo homem, embora um pouco menos (pelo menos é o que conta a lenda) – tem sempre uma prioridade em suas compras... Algumas garotas elegem os sapatos como suas aquisições preferidas, outras elegem as roupas, ainda tem aquelas que amam comprar coisinhas pra casa e tem também as que gostam mesmo é de gastar a “grana” em livros... Bom, acho que não há dúvidas de que esse último caso não só diz respeito a mim como a muita gente que visita o Ler e Amar e é claro que não foi a toa que escolhi justamente o tema leitura para criar o blog né??? As pessoas geralmente preferem falar, ou escrever – no meu caso as duas coisas – sobre o que sabem ou sobre o que acham que sabem, hehe, afinal sempre há mais para se conhecer e quando o assunto é literatura então, nem se fala...

Pois é... Acontece meu povo que, ultimamente, andei até bem comedida no consumo de livros (fora os dois da semana passada, que eram ofertas imperdíveis no sebo)... Já houve épocas, em que eu comprava muito mais romances do que hoje – vai ver foi justamente por isso que andei economizando, já que a lista das obras em espera continuou só a crescer ao invés de diminuir... Não sei, acho que depois que casei, passei a gostar de adquirir itens para o lar também... Sim, e entre essas coisas nasceu o vício em velinhas perfumadas e aromatizadores de ambiente... Meu marido, Davi, anda dizendo que daqui a pouco, com a quantidade de velas que temos nas gavetas, vamos abrir um terreiro e começar a fazer despachos, será??? hehe... A coisa ficou tão séria que estou meio que proibida de comprar castiçais para colocar as velinhas... É verdade, não riam, ao invés disso, quando acharem um bem legal, comprem pra vocês ou pra mim, hehehe...

Então, todas essas idéias, sobre as quais lhes escrevo agora, surgiram enquanto eu, ansiosa que só, me dirigia a uma papelaria para buscar meu mais novo e querido amigo: o romance O Verão e a Cidade. Sim, finalmente consegui comprar essa “belezura”. Para quem não sabe, O Verão e a Cidade, é a continuação de Os Diários de Carrie, sobre o qual já falei aqui no blog. Se Os Diários de Carrie fala sobre uma Carrie adolescente e no final do colegial de uma cidade pequena, O Verão e a Cidade mostra sua chegada a Nova York e seu primeiro encontro com suas três grandes amigas – todas, personagens “glamourosas” do seriado (e do filme) Sex and the City.

O livro é lindo, rosinha e com uma maçã brilhosa na frente... Um livro novo - seu colorido, seu cheirinho, suas palavras - faz a gente se sentir como crianças no Natal... E, pelo que vocês lembram, era uma sensação bem boa não era??? hehe... Fica aí a dica de leitura pessoal: O Verão e a Cidade, de Candace Bushnell... BOM FERIADO MEU POVO!!!


1 de jun. de 2012

Ótimas aquisições no Sebo


Oláááá pessoal!!! Eis que chega a nossa querida sexta-feira: bem-vinda amiga!!! hehe... Então, sexta-feira geralmente é meu dia de folga, dia este, que eu tiro para dar uma organizada na casa, cozinhar, fazer minhas voltas, tomar um café com uma amiga e, várias vezes, entre todos esses programas, aproveito também para visitar um sebo ou uma livraria... Como diz a minha sogra, é quando vamos a esses lugares, que dá aquela vontade de ter muuuuitooo dinheiro para comprar todos os livros que a gente quiser – e olha que essa quantidade pode ser bem superior ao que muita gente imagina...
Teve uma época em que eu comprava pelo menos um romance por mês, mas andei meio relapsa com isso – quer dizer, mais ou menos né, porque acabei adquirindo ou ganhando tantas obras legais que fui acumulando uns tantos volumes lá na fila de espera de leitura... Para voltar ao bom e velho ritmo - um mês = uma nova aquisição - na segunda, assim que recebi meu dindin, fui correndo para um sebo que eu adoro e que tem sempre ótimos exemplares para vender ou trocar.
Um sebo é sempre uma excelente opção na hora de escolher um livro para ler ou presentear alguém... Muitos deles, inclusive, estão repletos de livros, revistas, DVDs e CDs praticamente novos... Além da economia, a gente já pode ajudar a preservar o meio ambiente... Sim porque de uma certa maneira, a gente reutiliza uma literatura já conhecida de alguém, mas que nem por isso perdeu seu encanto ou tornou-se inútil, pelo contrário, não me canso de dizer que os livros são atemporais e muitas edições, inclusive, já não são mais lançadas, estando disponíveis só nos sebos mesmo...
Para resumir, em minha visita ao sebo Paixão de Ler, aqui em Tubarão, consegui adquirir duas obras muito boas, que eu até já tinha visto em livarias, e que estavam em ótimo estado de conservação e com preços “irresistíveis”, o que tornou tudo ainda mais atraente, hehe... Por tudo isso minha gente, as indicações da semana serão esses dois novos romances, ambos no estilo literatura mulherzinha, ou chiklit, e que prometem boas histórias e muitas risadas...
UM FIM DE SEMANA MARAVILHOSO PRA VOCÊS MINHA GENTE!!! Muita luz e muita alegria para descansar, relaxar ou fazer algo que lhes traga leveza, paz e felicidade...



Um romance sobre amor, sexo, negócios e... bebês!!!

30 de mai. de 2012

Quem Sou EU... Parte II


Oiii de novo minha gente!!! Começaram a semana bem??? Espero que sim...
Então, na segunda-feira, num post anterior a esse, publiquei aqui uma crônica da nossa querida Martha Medeiros chamada Quem Sou Eu... Hoje, aproveito o texto dela (com as devidas substituições) para falar sobre quem EU, Aliny - essa pessoa que vos fala - SOU... Assim vocês me conhecem um pouquinho mais... Espero que gostem e deixo o convite para minhas amigas, companheiras de blog, fazerem o mesmo... Uma boa quarta-feira meu povo!!!
Obs: Minhas substituições estão em maiúsculas ou em itálico, ok???

Quem sou eu??? Quando não temos nada de prático nos atazanando a vida, a preocupação passa a ser existencial. Pouco importa de onde viemos e para onde vamos, mas quem somos é crucial descobrir.
A gente é o que a gente gosta. A gente é nossa comida preferida, os filmes que a gente curte, os amigos que escolhemos, as roupas que a gente veste, a estação do ano preferida, nosso esporte, as cidades que nos encantam. Você não está fazendo nada agora?? Eu idem. Vamos listar que a gente é: você daí e eu daqui.

Eu sou INVERNO, disparado. Amo o frio, o vento gelado batendo no rosto... Por mim o ano todo se definiria como essa estação e o azul de seu céu e o colorido de suas flores...
Sou Woody Allen (idem Martha). Sou EDDIE VEDDER. Sou Marilia Gabriela (idem). Sou Nelson Motta (idem). Sou MARIAN KEYS (adoro esse tipo de literatura). Sou CARLOS HEITOR CONY. Sou MARTHA MEDEIROS. Sou tantos autores, não consigo citar só um, nem três...

Sou pães, queijos e vinhos também, mas não seriam os três alimentos que eu levaria para uma ilha deserta, mas não sou ilha NEM sou metrópole. Ultimamente ando bem MONTANHAS pra falar a verdade...
Sou bala FRUITTELLA de caramelo. Sou GUARANÁ Antarctica Diet (ou zero, sei lá). Sou SALADA com MIX de FOLHAS e TOMATE, BETERRABA, PALMITO e KANI (e bastante azeite de oliva e gersal). Sou MASSAS. Sou todas aquelas coisas do Buffet de Frios. Sou Sushi e Sashimi, Comida Mexicana e Árabe. Sou morango, mas não com sorvete de creme e sim CHANTILLY e SUSPIRO. Sou CAMARÃO à GREGA do Tartaruga, em Ibiraquera. Sou cachorro-quente COM QUASE TUDO DENTRO, não só com mostarda e queijo ralado. Do churrasco, sou BATATA ASSADA com SAL, QUEIJO RALADO e AZEITE de OLIVA.
Sou livros, MUITOS, MUITOS LIVROS!!!. CDs, muito mais do que Ipod, Iphone e Mp3. Sou SERIADOS. Revistas, mas confesso que perdi um pouco a paciência de lê-las. Sou internet, mas só de segunda à quinta. Já fui muito tevê, hoje só um pouco GNT (adorei essa frase, mas gosto de muitos outros canais da Sky também e essa história de SKYHD conquistou meu coração e minha atenção, hehe). Rádio. BOSSA NOVA. MICHAEL BUBLÉ. BEN HARPER. Cinema. Cinema. Cinema. Teatro.
Sou VERDE. Sou FIGUEIRENSE. Sou cabelo liso. Sou jeans. Sou balaio de saldos. Sou AR CONDICIONADO. Sou avião. Sou jeep. NÃO Sou TÃO bicicleta. Sou mais à pé.
Você está fazendo sua lista??? Tô esperando.
Sou VELAS e AROMATIZADORES. Sou abajur (idem). Sou banho MORNO. Hidratantes (queria ser mais, mas tenho preguiça). Não sou musculação, nem nada muito agitado, sou completamente YOGA. Sou mar e sou areia... Quero ser Londres, Roma e Paris ainda. Sou Rio (mas acho que todo brasileiro é um pouco né???). Gramado, Ibiraquera, Tubarão.
Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta, mais salgado que doce, mais música que silêncio, mais pizza que banquete, mais champanhe que caipirinha (nessa última frase não mudo nada do que a Martha escreveu). Sou esmalte NUDE ou VERMELHO (depende do astral do dia). Sou MAQUIAGEM. NÃO Sou Gisele. Sou falante, sou amiga para todas as horas. Sou discreta e não gosto de chamar atenção. Gosto do conhecimento e de gente de bom coração... Sou eu mesma.
Agora é sua vez.


O Rio e sua Bossa, sua Cultura, sua Poesia: AMO!!!

Gramado e suas cores, suas flores, seus aromas: nessa foto duas paixões numa só - a Cidade e uma loja de velinhas e aromas, vale a pena conhecer!!! Amo muito!!!


PS: Fafá I Love You, esse post é especialmente para a senhora!!!








28 de mai. de 2012

Quem sou eu...

Que tal começarmos nossa semana com uma boa crônica da Martha Medeiros hein??? Eu topo - e vocês serão obrigados a topar também, hehe...
Quem somos nós??? Acho que somos de tudo um pouco... Somos o que acreditamos ser... Somos um pouco do que gostaríamos de ser... Somos o que pensamos da gente... Somos aquilo que esquecemos de olhar e dar valor, mas que está ali guardadinho...
Alguns podem ser algumas das coisas da qual Martha falou ou não... Felizmente, nesse mundo, ainda temos a liberdade e a esperança de sermos quem quisermos ou sonharmos ser...

Quem sou eu??? Quando não temos nada de prático nos atazanando a vida, a preocupação passa a ser existencial. Pouco importa de onde viemos e para onde vamos, mas quem somos é crucial descobrir.

A gente é o que a gente gosta. A gente é nossa comida preferida, os filmes que a gente curte, os amigos que escolhemos, as roupas que a gente veste, a estação do ano preferida, nosso esporte, as cidades que nos encantam. Você não está fazendo nada agora? Eu idem. Vamos listar que a gente é: você daí e eu daqui.

Eu sou outono, disparado. E ligeiramente primavera. Estações transitórias.
Sou Woody Allen. Sou Lenny Kravitz. Sou Marilia Gabriela. Sou Nelson Motta. Sou Nick Hornby. Sou Ivan Lessa. Sou Saramago.

Sou pães, queijos e vinhos, os três alimentos que eu levaria para uma ilha deserta, mas não sou ilha: sou metrópole.

Sou bala azedinha. Sou coca-cola. Sou salada caprese. Sou camarão à baiana. Sou filé com fritas. Sou morango com sorvete de creme. Sou linguado com molho de limão. Sou cachorro-quente só com mostarda e queijo ralado. Do churrasco, sou o pão com alho.

Sou livros. Discos. Dicionários. Sou guias de viagem. Revistas. Sou mapas. Sou internet. Já fui muito tevê, hoje só um pouco GNT. Rádio. Rock. Lounge. Cinema. Cinema. Cinema. Teatro.

Sou azul. Sou colorada. Sou cabelo liso. Sou jeans. Sou balaio de saldos. Sou ventilador de teto. Sou avião. Sou jeeep. Sou bicicleta. Sou à pé.

Você está fazendo sua lista??? Tô esperando.

Sou tapetes e panos. Sou abajur. Sou banho tinindo. Hidratantes. Não sou musculação, mas finjo que sou três vezes por semana. Sou mar. Não sou areia. Sou Londres. Rio. Porto Alegre.

Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta, mais salgado que doce, mais música que silêncio, mais pizza que banquete, mais champanhe que caipirinha. Sou esmalte fraquinho. Sou cara lavada. Sou Gisele. Sou delírio. Sou eu mesma.
Agora é sua vez.

25 de mai. de 2012

Os Diários de Carrie

Divertido, inteligente, jovem... A autora, Candace Bushnell, escreveu esse romance de maneira muito leve e direta... Não posso dizer que relembrei minha adolescência com ele, não, isso não aconteceu... Não sei se porque a adolescência nos Estados Unidos é um pouco diferente daqui (ou a juventude é parecida em todo lugar??? Ai ai, fiquei em dúvida agora, mas deixa pra lá) ou simplesmente se porque quando paramos e olhamos para trás – enxergando nossos últimos anos colegiais antes da faculdade – nos damos conta de que tudo naquela época era bem mais simples do que parecia... Quer dizer, pra ser mais justa, tudo parece bem mais simples agora, depois de uma longa jornada de tempo e amadurecimento certo??? Quando terminei o segundo grau e escolhi um curso e passei numa faculdade, achei que era aquele o caminho certo... Hoje, olhando para trás, vejo que no fundo nós somos é bem do corajosos... Sim, porque uma faculdade, um curso, uma profissão, consistem numa escolha e tanto... Claro, tudo sempre pode mudar hoje ou amanhã, basta virar a direção – e ter peito para fazer isso – mas ainda assim tivemos essa coragem para escolher e ainda tendo que lidar com um delicado fator: o medo - de não poder voltar atrás... Enfim...

Agora não importa se me senti mais próxima ou não dessa Carrie adolescente... O que valeu mesmo nesse livro, foi conhecer um pouco mais da sensibilidade e da força que fez daquela Carrie mocinha, um fenômeno nova yorquino, uma mulher independente, decidida e descolada... Ahhhh, e sonhadora, claro!!! Porque os sonhos não nos fragilizam, pelo contrário, eles nos fazem ser quem somos, eles nos impulsionam... Conhecer essa jovem é entender que muitas de nós, já começaram sua jornada bem lá atrás... As pessoas, a cultura, os amigos, o conhecimento, as escolhas, os acontecimentos, só vão dando mais forma e sentido a essa caminhada, mas a decisão final é sempre nossa... Como diz o pai da Carrie: sempre se trata de nós com nós mesmos... E, graças a Deus, o tempo só vai trazendo mais certezas ou no mínimo, menos medo de errar...

Para quem gosta do seriado ou dos filmes de Sex and the City, esse livro é uma boa maneira de compreendermos melhor onde tudo começou... Agora quero ler a continuação de Os Diários de Carrie que se chama O Verão e a Cidade – não falei no post passado que ficava ansiosa com romances que tinham continuação??? Pois é... Depois venho contar o que mais descobri e quem sabe filosofar mais um pouquinho também??? hehe... Um fim de semana maravilhoso minha gente... Sejam vocês mesmos sempre, com defeitos ou qualidades, acho que o que vale nessa vida é sempre buscarmos sermos melhores, pessoas melhores, com mais amor e paz no coração!!! Ser Feliz...


23 de mai. de 2012

As Emoções que os Livros Despertam...

Gente, segunda-feira, na aula de Yoga, aconteceu uma situação que me motivou a vir aqui escrever um post com esse título... Vou contar todo o episódio pra vocês entenderem melhor a coisa toda:

Estava eu lá, fazendo a meditação inicial da aula de Yoga - agradecendo pelo dia que havia tido (era de noite já), imaginando uma “luz azul celeste brilhante” iluminando o ambiente e todas as pessoas que eu amo, inspirando e expirando, devagar e com calma, sentindo o aroma do óleo essencial de rosas - quando de repente, me vem na cabeça a história de um livro que li... E, junto com a história, me veio um sentimento tão confuso e intenso que chegava a ser opressor (meio dramático o negócio)...  Por um momento, parecia que eu estava conseguindo sentir tudo o que personagem viveu e sofreu... Olha, a coisa foi tão profunda que tive até vontade de chorar - sim, porque o livro em questão, O Tamanho do Céu, foi um dos mais tristes que já li em toda a minha vida... Fui lá na Índia e voltei... Tudo bem que a Yoga e a Índia estão intimamente ligadas, mas não no sentido que essa pessoa aqui relacionou durante a aula... Como a própria Santana vive dizendo (minha professora e “ídola”), alguns romances insistem em retratar uma Índia triste e sofrida, deixando de lado a parte leve, alegre e colorida dessa cultura tão vasta e maravilhosa (leia mais aqui)... Pois é, só que não foi essa idéia de alegria e colorido que me fez voltar pra aula não, o que me fez cair na real mesmo foi uma boa sacudida de cabeça (literalmente meu povo, eu tive que balançar o cérebro), e um pensamento do tipo: “Ui Aliny, acorda, cai na real e esquece essa história, inspira, expira e relaxa minha filha...” E funcionou, ainda bem...

Então, tentando “sublimar” tudo isso - na Psicanálise, de um modo bem geral, sublimar é a capacidade de converter uma dor, uma dificuldade, um problema ou uma neurose em criatividade, em algo que possa nos fazer bem - quis escrever e dividir minhas impressões (e divagações) com vocês...

Um livro é capaz de despertar as mais profundas e diferentes emoções, revelando sentimentos, nos fazendo pensar, chorar e sorrir... Eu já senti saudade de um personagem, já senti tristeza por sua história - a ponto de rezar para jamais viver coisa parecida - já chorei que me acabei (até soluçar), mas também já ri muito, em alto e bom som, já torci por finais felizes, já perdi a paciência e quis xingar protagonistas, já fiquei ansiosa imaginando a continuação que um romance poderia ter... Enfim minha gente, através da leitura já vivi momentos maravilhosos e, isso que eu contei hoje, embora não pareça assim muito animador, teve como objetivo mostrar a vocês o quanto a leitura é algo vivo, algo transformador e inesquecível (às vezes triste também, mas faz parte)... Aliás, acho que foi pensando nisso que tentei escrever um texto com mais vida e sentimento, para quem sabe assim, vocês se sentirem mais próximos das palavras, como numa conversa com amigos de leitura... Espero que tenha conseguido, hehe... Até mais!!!


21 de mai. de 2012

Segunda-feira


Bom início de semana pessoal... Um abração especial para todos os leitores, amigos, parceiros de blog, incentivadores, povo que deixa comentários, família... Enfim, para todos aqueles que tornam esse blog possível e a minha vida muito mais feliz e especia!!!
Quero já começar a semana com o pé direito e, para isso, divido com vocês uma frase do Osho que adoro... Aliás, adoro tanto que a coloquei na parede do nosso lavabo em forma de adesivo, para nunca esquecer:

“Esqueça essa história de tentar entender tudo,
em vez disso viva,
em vez disso divirta-se...
Não analise, CELEBRE!!!”

17 de mai. de 2012

Dicas para o fim de semana:


Oláááá minha gente!!!!
Estou passando para desejar um fim de semana MARAVILHOSO pra todos vocês... Continuo lendo Os Diários de Carrie – ando meio devagar mesmo, concordo – e assim que terminá-lo venho aqui “dar uma geral” da história, podem deixar, hehe...

Aproveitem bem o sábado e o domingo pessoal: descansem, durmam, leiam, assistam a algum filme em casa (comam bastante pipoca) ou tentem pegar um cineminha também... Ahhhhh... E falando em cineminha, gostaria de dar a dica de dois filmes que estão passando (em Tubarão ainda não, uixxx...) e que estou louca para assistir:


UM MÉTODO PERIGOSO: a história mostra o encontro de dois mestres da Psicanálise (amo Psicanálise, logo sou suspeita para falar, hehe,) Sigmund Freud (ele mesmo) e Carl Gustav Jung, e o envolvimento deles com a paciente Sabine Spielrein.


PARAÍSOS ARTIFICIAIS: Erika é uma DJ de relativo sucesso muito amiga de Lara. Juntas, durante um festival onde Erika trabalhava, elas conheceram Nando e, juntos, vivem um momento intenso. Entretanto, logo em seguida o trio se separa. Anos depois Erika e Nando se reencontram em Amsterdã, onde se apaixonam. Só que apenas Erika se lembra do verdadeiro motivo pelo qual eles se afastaram logo após se conhecerem, anos antes.

DIVIRTAM-SE!!!


15 de mai. de 2012

Relendo...


Olá pessoal!!! Bom, eu tinha sumido, mas agora estou de volta, graças a Fá (minha cunhada e amiga), que me emprestou o notebook dela – Obrigada Fá!!! Entendam o drama do sumiço aqui, hehe...

Então, nesse meio tempo em que não dei o ar da graça, terminei a leitura de Sob o Signo de Gêmeos, da Rosamunde Pilcher, e escrevi sobre ele (aqui), e comecei a ler outro romance... Acontece que esse tal romance, eu já havia lido no ano passado... Pois é minha gente, embora eu não seja uma pessoa que goste de repetir livros (não era antes, quando tinha uma memória melhor, ainda não prejudicada pela idade, hehe), é bem isso que estou fazendo agora: estou relendo Os Diários de Carrie, da Candace Bushnell. A boa notícia é que embora já o tenha lido, ainda não escrevi sobre ele...

Pra quem não sabe, "Os Diários de Carrie" é o livro que conta a história da querida personagem Carrie Bradshaw antes de Sex and the City... Ou seja, é através dessa narrativa que conhecemos um pouco mais sobre a família, os amigos e os primeiros relacionamentos de Carrie, antes dela chegar a Nova York e se tornar aquele furacão de mulher que conhecemos assistindo ao seriado (e suas seis temporadas) e/ou aos filmes...

Bom, resolvi reler esse romance porque além de estar viciada no seriado Sex and the City de novo, estou louca para comprar O Verão e a Cidade, que é justamente a continuação de Os Diários de Carrie... Sendo assim, preciso me atualizar para entender o contexto todo entendem??? hehe... Ahhh, e tem mais uma coisa: andei sabendo que vão fazer uma versão juvenil do seriado Sex and the City, mostrando a chegada de Carrie a Big Apple e o encontro das quatro amigas... Para isso, esse novo seriado, contará com outras atrizes para fazer o papel das quatro personagens, além de um guarda-roupa pra lá de vintage - anos oitenta total... Ai ai, já estou ansiosa!!!
Para ler mais sobre Sex and the City, clique aqui.






13 de mai. de 2012

Desculpem o sumiço...



Oiii meu povo!!!! Finalmente dei sinal de vida...
Bom, em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpa pela demora em aparecer - já se passaram quase duas semanas desde o último post, tanto que deu tempo até de terminar um livro, pelo menos isso, e já começar outro... Mas, infelizmente, essa demora aconteceu porque nosso notebook foi roubado (juntamente com outras muitas coisas, entre elas nossas malas) no feriadão do dia do trabalhador e ainda estamos nos reorganizando e decidindo o que fazer... A compra de um novo note ainda está dependendo da resposta do supermercado em cujo estacionamento nosso carro foi arrombado... Sim, o carro teve o vidro quebrado e as coisas roubadas dentro do estacionamento de um supermercado, mas, felizmente, talvez eles possam nos ressarcir, aliás, isto é o que ansiosamente esperamos, hehe... Então, para encerrar meu pedido de desculpas (e a explicação) pelo sumiço, gostaria só de lhes lembrar uma coisinha: não deixem pertences dentro do carro quando saírem dele certo??? Mas acho que isso todo mundo já sabe – a gente também sabia, mas esqueceu e olha no que deu (até rimou), hehe... Como já diz o ditado: vão-se os anéis, ficam os dedos, e afinal de contas foram apenas coisas materiais não é mesmo?? O que importa é que com a gente está tudo bem...

Agora vamos ao que interessa...
Gente, eu nunca havia lido nada da Rosamunde Pilcher, conforme comentei numa postagem anterior a essa, e pra mim foi uma surpresa muito especial poder conhecer o trabalho dela... Esse livro, Sob o Signo de Gêmeos, é simplesmente MARAVILHOSO!!! Um romance lindo, com personagens sensíveis, apaixonantes e inesquecíveis... Uma narrativa encantadora e capaz de nos fazer suspirar (sabem aqueles suspiros sonhadores??? Então...). Uma história de amor para ler e guardar na lembrança - leve, romântica, feliz... E tudo isso ambientado num país que eu SONHO em conhecer: a Escócia!!! Ai, ai...

Pois é minha gente, depois de conhecer um romance da Rosamunde Pilcher – que sabe contar como ninguém uma boa história de amor - fica quase impossível não querer sair logo correndo atrás de outro (e de outro, e de outro)... E eu até já sei qual será minha próxima escolha entre os trabalhos da escritora: Os Catadores de Conchas – que pegarei emprestado lá na biblioteca do Yoga. Depois venho contar aqui...

E é isso meu povo, um início de semana maravilhoso pra todos vocês... Se eu demorar um pouquinho para aparecer, não se espantem, longe dos olhos, mas perto do coração, hehe... Brincadeira, mas estou me organizando e espero ter um novo note em mãos o mais breve possível... Estou louca para criar uma nova pastinha para o blog e ir adiantando meus textos, como sempre gostei de fazer... Paciência, paciência... E para as mamães: um feliz dia das mães!!! Mas como já dizia minha mamis, o dia das mães é todo dia... Até mais!!!


2 de mai. de 2012

Rosamunde Pilcher

Então, Rosamunde Pilcher, pra quem não conhece, é uma autora inglesa consagrada e mundialmente reconhecida por suas histórias de amor... Já estive com um de seus romances, chamado Os Catadores de Conchas, diversas vezes em mãos porque ele faz parte de um pequeno acervo para empréstimos que existe no espaço onde faço Yoga, mas nunca li... Até já peguei emprestado algumas obras desse acervo - caso de Paixão Índia, do Javier Moro – só que nunca tinha me sentido “tentada” a ler Os Catadores de Conchas – e o pior é que nem sei bem o por que disso - não lembro se a sinopse não tinha chamado minha atenção na época ou se eram muitas as páginas (estou sendo sincera, hehe), enfim, não lembro mesmo...

Pois é, acontece que a Tharcilla (que além de minha grande amiga é uma pessoa com quem amo trocar informações literárias), tinha um romance da Rosamunde Pilcher em casa também e resolveu me emprestá-lo... Quando voltei do Rio contei que a mala estava cheia de DVDs do Sex and the City e de livros, lembram??? Pois então, Sob o Signo de Gêmeos era um desses livros... Comecei a leitura na semana passada e estou amando... Agora tenho quase certeza que vou atrás dos outros trabalhos da autora, inclusive de Os Catadores de Conchas - que já reneguei num passado não muito distante (quanta injustiça!!! hehe)... Estou achando isso porque, na contracapa do exemplar de Sob o Signo de Gêmeos, está escrito que quando se acaba de ler um livro da Rosamunde, logo já ser quer outro, e eu, como bem me conheço, sinto que vai ser assim comigo também... Tomara, porque uma história de amor bem escrita e ainda com um romântico cenário inglês de fundo, é o tipo de coisa capaz de transformar qualquer narrativa numa maravilhosa leitura... Eeeeeeeee... Bom início de semana pessoal!!!! (pra mim a semana começa hoje, quarta-feira, hehe)

Sob o Signo de Gêmeos: “Toda família tem algum segredo, mas Flora Waring descobre que o da sua é devastador. Aos vinte e dois anos, fica sabendo que tem uma irmã gêmea idêntica, Rose, que vive com a mãe, de quem ela não tem a menor lembrança. E quando Flora se vê obrigada a assumir o papel da irmã numa trama de mentiras, descobre o quanto esse fingimento poderá lhe custar caro. Ao decidir acompanhar o noivo de Rose ao encontro da avó na Cornualha, acaba se apaixonando pela família Armstrong... e por um homem maravilhoso. Ao mesmo tempo, terá que se defrontar com os segredos chocantes de Rose e assumir o risco de ver a felicidade escapar de suas mãos...”