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8 de dez. de 2011

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

O primeiro livro da série Becky Bloom... O início de toda a sua história, de todas as suas trapalhadas, compulsões e contorcionismos financeiros com bancos e cartões de créditos... É também o início de uma história de amor, dela com Luke e nossa com ela porque, afinal de contas, ler Becky Bloom acaba se tornando um caso de amor (e vício) bem divertido, hehe... Aliás, apesar de em alguns momentos querermos pegá-la pelo braço e gritar “Helloooo minha filha, acorda e se orienta”, ainda assim jamais abandonamos a torcida por seu final feliz...
Divirtam-se meu povo!!!

Sinopse: Rebecca Bloom é uma jovem londrina com o péssimo hábito de consumismo compulsivo. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, ela não consegue controlar suas finanças pessoais. Endividada até a alma, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar. Um romance bem divertido que faz um retrato de muitas mulheres das grandes cidades.
  
(capa da versão pocket)

Por sugestão de minha querida amiga Tharci, abaixo de cada texto haverá um pequeno trecho do livro (nesse serão dois porque fiquei indecisa, hehe), para estimular a leitura né?? Aí vai:

“...Quer saber meu sonho secreto? Ele se baseia numa história que li uma vez no jornal a respeito de uma confusão ocorrida num banco. Gostei tanto que recortei e fixei na porta do armário. Duas faturas de cartão de crédito foram enviadas para pessoas erradas e – imagine só – ambas pagaram a conta errada sem perceber. Elas pagaram as faturas uma da outra sem sequer examiná-las.
Desde que li aquela história, tenho um sonho secreto: que o mesmo acontecerá comigo. Alguma velhinha caduca na Cornualha vai receber minha fatura colossal e pagá-la antes mesmo de olhar para ela. E eu receberei sua conta de três latas de comida de gato, a 59 centavos cada uma. Que, naturalmente, pagarei sem questionar. Justiça é justiça, afinal...”

“...Frugalidade. Simplicidade. Esses são meus novos lemas. Uma nova vida, sem confusão e desordem, meio zen, em que eu não gaste nada. Quero dizer, quando se pensa nisso, quanto dinheiro desperdiçamos por dia? Não é para menos que estou com algumas dívidas. E, realmente, não é culpa minha. Eu só estava sucumbindo à draga ocidental do materialismo – e é preciso ter a força de um elefante para resistir. Pelo menos é o que diz o livro que comprei...”