31 de jul de 2011

Cinco Dias em Paris

Já que no texto anterior (sexta-feira) viajamos à Itália, que tal dessa vez dar uma voltinha até a França, mais precisamente Paris???? (Essa dica também é especialmente pra você Camila)
Bom, eu li Cinco Dias em Paris num verão lá na Jaguaruna (minha praia)... Minha sogra Vevé tinha pegado emprestado com alguém (a gente sempre se empresta livros, dizemos que somos um clubinho de leitura, hehe)... E como todos os romances da Danielle Steel, esse é bem açucarado, como eu gosto. Esses livros mais açucarados, cheios de amor dramas e sonhos, se tornam ainda melhores depois da gente ter lido um daqueles livros mais pesados e tristes. É ótimo intercalar entre um e outro (algo mais pesado/algo mais leve/algo mais pesado... e assim por diante).
As narrativas da Danielle Steel costumam se passar em lugares bem elegantes e estão sempre norteadas de muito glamour (se vamos viajar, um pouco de glamour não faz mal a ninguém né?). Cinco Dias em Paris é um exemplo disso, chique “no úrtimo”.
São literalmente cinco dias nessa cidade-luz que transformam a vida e o coração dos personagens, Olívia e Peter. Ela é a esposa de um político famoso e ele é o diretor-presidente de uma indústria farmacêutica. Tendo a Place Vendôme como cenário de fundo, eles iniciam uma paixão que vai mudar suas vidas e se estender muito além da França... A Place Vendôme é uma das praças mais famosas do mundo e um marco na cidade de Paris. Detalhe: eu nunca estive lá pessoalmente, mas acho que consigo imaginar cada detalhe. A França também é um dos meus sonhos de consumo, como a Itália... APROVEITEM A VIAGEM QUERIDOS LEITORES!!!
OBS: Leitores que já estiveram em Paris podiam dividir sua impressão da cidade nos comentários com a gente, que tal???



DANIELLE STEEL: “Grande dama do romance. Dona de um estilo inconfundível, amada por legiões de leitores em dezenas de países. Seus livros já venderam mais de 560 milhões de exemplares em todo o mundo.”

29 de jul de 2011

Sugestão para o Fim de Semana

MARLENA DE BLASI de novo e seus “2000” dias na Itália:

Como costumava falar o personagem do livro O Amor em Minúscula (já falei dele aqui), que era professor de filologia alemã (também não sei muito bem o que é isso e posso pesquisar, mas imagino que tenha a ver com literatura e autores alemães), os alunos e conseqüentemente nós mesmos adoramos saber de coisas pessoais a respeito de bons escritores. Essas coisas pessoais nos permitem entender melhor as narrativas do autor e o que ele quis nos comunicar com elas.
E, no caso da talentosíssima Marlena De Blasi, dois de seus livros contam coisas de quem ela bem conhece, ou seja, dela mesma. Em um outro post eu havia falado sobre Um Certo Verão na Sicília (dia 24) e já havia mencionado lá essas duas obras das quais vou lhes falar (hummm, ficou meio formal a coisa, desculpem!).
1000 Dias em Veneza é um livro bem romântico, no sentido literal da palavra. Ele começa falando do início do relacionamento da autora com Fernando (seu marido Veneziano), como eles se conheceram, sua mudança dos Estados Unidos para a Itália, sua primeira e depois segunda impressão de Veneza, e, óbvio, seus 1000 maravilhosos dias nessa cidade tão sedutora.
Olha, nunca estive em Veneza, infelizmente (mas um dia estarei e conto aqui), mas imagino que a percepção da cidade estando apaixonada seja um pouco diferente. Pelo menos foi isso que entendi da autora. Não é a toa que dizem que é a cidade mais romântica do mundo.
Dizem as lendas, inclusive, que Veneza é capaz de nos reconhecer... Reconhecer, se sua alma já esteve lá ou é de lá. E esse reconhecimento vem através das badaladas do La Marangona, o mais antigo dos sinos de San Marco. Se eles tocam é porque estão saudando o antigo conhecido. Tomara que os sinos toquem quando eu chegar lá, pois esta deve ser uma ótima forma da cidade nos receber né? Achei essa lenda (vamos chamar assim) muito linda.
Bom, neste livro vamos conhecer a Veneza dos próprios venezianos assim como um pouco do jeito deles também, além dos tantos lugares, restaurantes, comidas, feiras e festivais, bem particulares e cheios de encanto. M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O.
1000 Dias na Toscana falam de um momento ainda mais maduro do relacionamento dela, Marlena, com Fernando e nos levam a um cenário extraordinário que mescla paisagens maravilhosas com uma gastronomia absurdamente deliciosa. Tudo na Toscana parece ser mágico. A autora compartilha com a gente uma história repleta das belezas do lugar, das amizades, do estilo de vida simples... Fala de fontes termais, de oliveiras, da colheita da uva para a fabricação do vinho e de muitas outras delícias que só a Itália tem e nos ensinou a AMAR.
Imaginem só unir tudo isso (só isso, nada mais, hehe): boa literatura, boa gastronomia, bons vinhos e um lugar esplêndido??? E é a esses lugares que Marlena De Blasi ainda hoje organiza excursões gastronômicas... EU QUEROOOOOOOOOOOOOO... (Vamos quando Davi??? hahhahahaha...)
Esses dois livros são as dicas para o finde. BOM FIM DE SEMANA MEU POVO!!!




28 de jul de 2011

Literatura Mulherzinha

A dica de hoje é de outro livro bem “mulherzinha” (jamais me cansarei deles, hehe). Na verdade existem muitas autoras que escrevem esses romances de mulheres parecidas com todas nós, nos quais rola muita identificação e inevitáveis risadas. Essas heroínas modernas (hummm... somos heroínas mesmo!!!) podem ser fonte de inspiração para as mais diferentes histórias. Juntando, por exemplo, sua própria história com a de suas amigas, já não daria um bom material para isso? Se não for o caso de um livro completo, pelo menos vários capítulos iriam render como fruto de tudo que já vivemos. E por gostar tanto desse gênero é que estou sempre procurando alguma novidade (pelo menos quando rola tempo e dinheiro, hehe).
A dica de hoje eu peguei lá da estante da Tia Rita (minha segunda mãe) e ainda tava na embalagem plástica. Pela capa já vi o estilo do livro e lendo a sinopse comprovei.

Tasha Harris Abre o Jogo é um livro leve, sincero e agradável de ler. Fala de uma mulher genial e que é um reflexo dos anos 90 (palavras da própria sinopse). Uma mulher de trinta anos, solteira, com sucesso na vida profissional, mas que não deixa de lado o sonho de encontrar seu par romântico. Contudo, essa busca por um homem ideal (que não seja um sapo disfarçado) ocorre sem dramas e sem fazer a personagem perder a pose, sempre seguindo em frente. Este livro foi escrito pela autora inglesa Jane Green. Como essas inglesas se dão bem com esse tipo de literatura né? Desde Bridget Jones (clássico da literatura mulherzinha que virou filme) elas estão mostrando que vieram para ficar... QUE BOM!!! A gente agradece!!!


27 de jul de 2011

Biografias

Como sou meio (só meio?) viciada em ler romances, as biografias, para chamarem minha atenção, têm que ser sobre alguém que de alguma maneira me pareça interessante ou de quem eu seja fã. Algumas biografias que li se revelaram simplesmente maravilhosas. E outras delas, mesmo eu tendo lido por não ter nenhum outro livro à mão, também se revelaram bem interessantes. A primeira que li foi a da Maysa, escrita pelo Lira Neto. Terminei, acho que um dia antes da estréia da minissérie e como todos já devem saber, é muito, mas muito difícil mesmo um filme ou minissérie ser completamente fiel a uma obra literária. Mas essa questão livros versus filmes falaremos num outro dia. 
Hoje quero dar especial atenção à biografia do Tom Jobim escrita pela irmã dele, Helena Jobim e que se chama: Antônio Carlos Jobim, Um Homem Iluminado. Sempre fui fã dele, assim como do Vinícius, da Bossa Nova e do Rio de Janeiro daquela época de ouro em que eles viveram. Ler esta obra e poder voltar no tempo onde todo esse "bafafá" cultural aconteceu foi realmente muito bom. Perceber a sensibilidade do Tom Jobim, conhecer um pouco da sua vida, seus sonhos, sua rotina com a música com a família e os amigos tornou esta obra uma das melhores biografias que já li. Meu maridão Davi também leu e amou (na verdade ele gosta de uma boa biografia, mas não o convenci a ler romances ainda). Quem gosta de música, quem gosta do Tom ou mesmo quem estiver interessado em ler uma bonita história de vida vai lá e confere, vale à pena e muitooooo...


26 de jul de 2011

Um Best Seller pra Chamar de Meu

Como eu vivo falando na Marian Keyes (meu primeiro post foi sobre ela e uma das dicas no ícone Presentes também), acho que está na hora de falar sobre uma de suas obras né??? Aliás pessoal já comecei a escrever lá no ícone Presentes sobre dicas de livros que dariam ótimos presentes (ainda são poucas mas em breve terão mais). Cliquem e confiram.
Pois é, queria falar de um romance da Marian, mas não queria que fosse Melancia. Mesmo porque eu mesma disse aqui que ao ouvir uma rádio sugerir Melancia achei que eles podiam ter falado de algo mais recente. Resolvi perguntar para minha cunhada Fá (que ama essa autora e deseja desesperadamente todas as suas obras), sobre qual ela achava legal comentar aqui, aí veio este: Um Best Seller pra Chamar de Meu (Luiza é uma dica pra ti também, conforme a senhorita pediu por e-mail).
Lembrando sempre que este blog meu povo é para falar de coisas que interessem a todos vocês e por isso peço sempre sugestões que me podem ser passadas pessoalmente ou através dos comentários sim??? Então vamos lá...
Este livro, Um Best Seller pra Chamar de Meu, foi lançado no Brasil em 2008, mais no final do ano. Ganhei-o de presente da esposa do meu papis, minha boadrasta Valéria (Val muito obrigada mais uma vez). Ela nunca erra na escolha dos livros que me dá.
Nesse romance, Marian Keyes fala de três histórias contadas em paralelo, mas que estão fortemente relacionadas e num dado momento se juntam. Entre suas personagens está uma escritora, uma organizadora de eventos, que posteriormente se torna também escritora, e uma agente literária. Essas três personagens revelam-se mulheres cheias de vida, criatividade, sensibilidade, fragilidade e com muitos outros ingredientes tão comuns em nós mulheres. Vale a pena conhecer Jojo, Lily e Gemma.

Sinopse:
JOJO – Focada e batalhadora (ralação é com ela mesma), a agente literária Jojo Harvey combina como ninguém um corpitcho de Jessica Rabit com uma invejável capacidade de raciocínio. Subindo com desenvoltura os degraus na escada da fama corporativa, ela está sempre com a retaguarda protegida e os olhos bem atentos às nuvens para não errar o plano de vôo, mas... Acaba se apaixonando por um de seus chefes. Justamente o casado.
LILY – Uma das clientes de Jojo, está no sétimo céu graças ao sucesso instantâneo de seu romance de estréia. Só que algumas duvidazinhas irritantes começam a aparecer em seu horizonte, e ela tem a noção exata de que sua felicidade está construída sobre um terreno instável. Seu segundo romance parece que se nega a sair de sua cabeça, e o prazo de entrega... Bem, vocês sabem. Além disso, já gastou todo o polpudo adiantamento que recebeu, pois Anton, o “amor da minha vida”, convence a pobrezinha a comprar a casa de seus sonhos. E, ainda por cima, ela ainda tem de lidar com a culpa pelo que aconteceu com Gemma.
GEMMA – A fabulosa organizadora de eventos era a melhor amiga de Lily... Até que a melhor amiga lhe roubou Anton, o também “amor da minha vida”. Cuidando da mãe recém-abandonada pelo marido, a vida social de Gemma é uma linha bem horizontal, sem altos nem baixos – uma situação terrível que resulta em e-mails hilários para uma amiga. Com histórias divertidíssimas como as que ela conta em seus textos, a atenção da agente literária Jojo Harvey acaba sendo atraída, e ela aceita Gemma como cliente.
Todas elas vão aprender, do jeito difícil – e tem outro jeito? – que a natureza do verdadeiro amor pode surgir de muitas e variadas formas.

25 de jul de 2011

Marlena De Blasi

Oiiiii meu povo!!!! Olha queria dizer pra vocês que nesse fim de semana infelizmente fiquei sem internet, por isso publiquei um texto só. Queria ter falado sobre esse próximo livro ontem já, domingo. Mas antes tarde do que nunca né??? Acho que ele é uma boa dica para iniciarmos nossa semana. Uma BOA SEMANA pessoal!!!

Marlena de Blasi é autora de três livros que eu AMO:
1000 Dias em Veneza,
1000 Dias na Toscana e
Um Certo Verão na Sicília.
Ela já trabalhou como chef de cozinha, jornalista, consultora de gastronomia e enologia e crítica de restaurantes. Atualmente ela e o marido Fernando organizam excursões gastronômicas na Toscana e Úmbria (das quais eu queria e muito participar, hehe)... Pelo menos era isso que estava escrito sobre ela em 1000 dias na Toscana, último romance dela lançado no Brasil. Eu havia pensado em falar nos três livros neste mesmo post, mas cada um deles é bom demais e merece uma atenção especial e individual. E para quem leu o texto de ontem, sobre como incorporar a leitura no seu dia a dia, está aqui uma boa sugestão para começar sua missão (até rimou, hehe).
Um Certo Verão na Sicília poderia ser o último romance a ser lido na ordem cronológica dos livros da Marlena De Blasi,  mas foi o primeiro que li e dos três é o mais independente nessa questão de ordem e tempo. Ganhei este livro como presente da minha amiga Danu, no meu níver de 30 anos (bem simbólico até, adulto e maduro, hahahaha) e fiquei encantada. Ela realmente o escolheu com carinho e a dedo. Foi ele que me levou a buscar e conhecer os outros trabalhos desta escritora maravilhosa.
Um Certo Verão na Sicília fala sobre os moradores de uma Villa no interior da Sicília, bem como suas extraordinárias histórias e lendas locais. Como a autora mesmo nos explica já no início, ela foi pra Sicília com o marido Fernando para fazer um artigo sobre os lugarejos do interior da ilha. Acabou por escrever esse romance lindo que mescla coisas reais com cenas que lhe foram descritas. E foram essas cenas descritas que permitiram à autora soltar sua imaginação na descrição de alguns lugares e acontecimentos. Esse livro colocou a Sicília na minha lista de sonhos de consumo e me permitiu viajar no tempo e no espaço, rumo à Itália. Espero que o mesmo aconteça com vocês. Acho que ele agrada a diversos públicos e quem ler vai se apaixonar. Quem já leu pode comentar alguma coisa aqui no blog também. Aliás, pessoal, sintam-se a vontade para dividirem suas leituras aqui, comigo e com o povo todo que gosta de ler. Ahhhhhh... Um Certo Verão na Sicília um excelente presente!!! Obrigada Danu!!!



24 de jul de 2011

Como começar a ler e colocar os livros na sua vida???

O texto de hoje é uma tentativa de responder a questão acima...
Minha amiga Camila deu essa idéia assim que lhe falei do blog. Como ela gosta de ler, queria também ter mais tempo pra se dedicar a isso. Daí é que veio a sugestão para eu escrever sobre "como incorporar a leitura na vida das mulheres de hoje, com um dia a dia tão corrido por conta do trabalho e das outras mil coisas que precisamos fazer" (palavras da própria Camila).
Como é mais seguro falarmos a respeito de algo que vivemos e, conseqüentemente, conhecemos melhor, vou falar da minha própria história com meus amados livros...
Até alguns atrás eu não era muito dedicada aos livros não. Lia talvez um ou dois por ano. Acho que depois de tanto ler na faculdade (na Psicologia brotavam textos e mais textos), acabei enjoando um pouco da coisa. Foi a partir de 2006 que a leitura passou a ter uma freqüência maior e constante na minha vida.
Lembro de ter começado com o romance Mentiras no Divã que tinha recém comprado porque o título e o tema pareciam bem interessantes (romance e Psicologia). Ele foi escrito pelo Irving D. Yalom, mesmo autor de Quando Nietzsche Chorou, que na época estava sendo bem comentado.
Depois de ler Mentiras no Divã parti para Quando Nietzsche Chorou e em seguida A Cura de Schopenhauer, todos, além de mesmo autor, tinham o mesmo estilo. Como já falei aqui antes, quando gosto de determinado escritor, costumo ir atrás de suas outras obras. E a leitura desses três romances já durou menos que o tempo que eu geralmente levava para ler um só.
Comecei então a buscar mais informações, procurar outros livros que tinha em casa e pedir indicações para as pessoas. Meu pai, querido, incentivou bastante, me deu alguns livros de presente, pegou outros emprestados com amigos, comprou uns pra ele que eram para os dois lermos (que acabaram por ficar comigo claro, hehe)...
E assim foi começando a minha grande paixão de ler. Hoje em dia sempre carrego um livro comigo. Leio em casa, no trabalho, no banco (até acho bom quando o atendimento demora), em consultórios médicos (que nunca estão no horário previsto), enfim... Em qualquer oportunidade saco meu livrinho da bolsa e lá vou eu... Termino um já pensando no próximo... E quando não leio, realmente sinto muita muita muita falta...

Então pessoal, acho que as dicas que posso dar são as seguintes:
- Tentem começar por um livro menor, em que a história pareça bem interessante para vocês. Uma boa opção é ler um romance que se passa num lugar que vocês gostem ou sonham conhecer. Leiam a respeito de coisas que chamem sua atenção: amor, família, animais de estimação, Psicologia, romances de outras épocas ou mesmo romances biográficos e assim vai.

- Aproveitem algum feriado ou mesmo suas férias para começar, assim podem voltar para a sua rotina normal com um ritmo de leitura já estabelecido. Aí fica mais fácil sentir falta quando pararem, obrigando-se assim a voltar a ler.

- Coloquem um objetivo, pode ser: hoje vou ler um capítulo ou hoje vou ler dez página ou ainda durante esse mês termino esse livro. Tentem colocar em prática esse objetivo, se não deu certo partam para outro.

- Tirem um tempinho para ir a uma livraria legal, tomar um café bem gostoso e dar uma olhada geral nas capas dos livros, nas sinopses, nas diversas opções que tiverem por lá.

- E peçam também para uma amiga indicar um livro que ela gostou e que tem para emprestar para vocês.

Bom, espero de alguma maneira poder ajudar a todos com essas dicas e com as dicas de livros que tenho falado aqui no blog. No meu próximo post vou falar de um livro que pode ser uma opção bem legal para vocês começarem suas leituras...
BOM DOMINGO PESSOAL!!!
Ahhhh... Camila vai lá em casa escolher alguns livros sim???

22 de jul de 2011

Martha Medeiros

Jornalista e escritora. Gaúcha, de Porto Alegre, escreve para o Jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul e O Globo, do Rio de Janeiro. Quem ainda não ouviu falar dela, com certeza já deve ter visto o filme ou algum episódio do seriado Divã, baseado no livro de mesmo nome escrito por ela. Além de Divã, Martha escreveu outros vários livros: De Cara Lavada, Trem Bala, Coisas da Vida, Fora de Mim, Doidas e Santas, Feliz por Nada, entre outros. Ela escreve poesias, romances, crônicas... Eu gosto especialmente dos livros de crônicas, que geralmente são uma coletânea das melhores que ela já escreveu em suas colunas nos jornais. Essas crônicas falam de amor, felicidade, mulheres, saudade, amigos, sofrimentos, trabalho... Temas que fazem parte da vida e são apresentados por ela de uma maneira realista, sem rodeios, simples e muitas vezes engraçada. Sempre há algum texto com o qual a gente se identifica. Hoje, ao invés de falar sobre um livro em especial, vou colocar aqui no blog um texto da Martha Medeiros. Espero que vocês gostem... Esse texto é para todos os mulherões que conheço, e olha que são muitas... BOA SEXTA-FEIRA MEU POVO!!!


O MULHERÃO


Peça para um homem descrever um mulherão. Ele imediatamente vai falar do tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1.80m, siliconada, sorriso colgate. Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas: Vera Fischer, Leticia Spiller, Malu Mader, Adriane Galisteu, Lumas e Brunas. Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma a cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus por dia para ir ao trabalho e mais dois para voltar, e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.
Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para buscar uma pensão de 100 Reais.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.
Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos para a natação, busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa pra fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão.
Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de oito horas e enfrenta menopausa, TPM, menstruação.
Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos, fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.


LUMAS, BRUNAS, CARLAS, LUANAS E SHEILAS: Mulheres nota dez no quesito lindas de morrer, mas MULHERÃO É QUEM MATA UM LEÃO POR DIA.




21 de jul de 2011

Repouso Absoluto em dia de chuva

Bom, hoje vou dar a dica de um livro que bem combina com essa chuvinha que não pára (pelo menos em Tubarão, minha cidade e região, não pára). Afinal, se a gente pudesse tirar uma folguinha hoje e ficar em “repouso” seria ótimo.
Repouso Absoluto é um livro muito gostoso de ler. Todas as amigas para quem já o emprestei (mesmo as que devolvem livros sem ler), leram e gostaram bastante. Na capa dele inclusive (bem colorida e bonitinha), nossa querida escritora Marian Keyes escreveu uma verdade: “Não consegui parar de ler”.  Como eu já amo a Marian (e todo mundo já sabe disso), na hora que li a frase dela na capa desse livro (que nem dela é), já achei interessante.
Escrito pela britânica, que mora hoje em Connecticut, Sarah Bilston, esse romance fala de Quinn, uma gestante que precisa passar os últimos três meses da gravidez em casa, em “repouso absoluto”. Nesse tempo, deitada no sofá, ela começa a fazer mil questionamentos sobre sua vida e, na busca por essas respostas, acaba reencontrando a si mesma. Maravilhoso!!! Um beijão especial para todas as futuras mamães e para todas as já mamães!!!


Sinopse: Uma carreira de sucesso, um marido encantador com um emprego estável, uma saudável conta bancária e, agora, uma gravidez. A julgar pelas aparências, Quinn “Q” Boothroyd, uma jovem advogada britânica radicada em Nova York, já riscou todos os itens da lista de coisas a fazer antes dos 30. No entanto, esse quadro idílico desmorona quando sua obstetra lhe recomenda repouso absoluto durante os últimos três meses de gestação. Deitada no sofá com a entediante idéia de que sua vida social e profissional ficará em suspenso, Quinn passa o tempo examinando minuciosamente o significado de sua existência. Nada é poupado: sua extenuante rotina profissional em Manhattan, a mãe dominadora, a irmã insuportável, seu relacionamento conjugal e até mesmo o verdadeiro motivo para ter um filho. E, para completar, sua maior preocupação: conseguirá ser uma boa mãe? Evidentemente, não faltará tempo para encontrar respostas a todas as suas perguntas, transformando o que a princípio parecia uma fase frustrante em uma chance de reencontrar a si própria. O repouso absoluto trará resultados surpreendentes, divertidos e comoventes...

20 de jul de 2011

Amor em Minúscula

Amor em minúscula é um livro que eu só fui ler muito tempo depois de adquiri-lo. Eu encontrei este livro praticamente novinho em um sebo (pra ser sincera ele estava até plastificado)... Só que logo depois que comprei, não sei por que cargas da água, começaram a aparecer outros livros... Uns eram presentes, outros eram emprestados, e o Amor em Minúscula foi ficando pra trás... Mas, pra minha surpresa, já logo nas primeiras páginas, quando finalmente me decidi a ler, ele se revelou muito melhor do que eu imaginava...

Agora que estou com ele em mãos, dei uma olhada na observação que fiz em sua primeira folha. Bom, antes me deixem explicar uma coisinha. Acho que só o Davi (meu marido) sabe disso e acho que algumas amigas com quem compartilho esse tipo de sonho também. Eu costumo, depois de terminar um livro, voltar lá na sua primeira folha e escrever nela minha percepção, meu sentimento a respeito daquela narrativa. Faço isso por dois motivos: um, meu sonho é que daqui a alguns bons anos (quem sabe uns 15 anos) meus filhos, já adolescentes, peguem esses livros na biblioteca que terei (sim, tenho esse sonho, ter uma biblioteca que nem de filme, com cadeira giratório e tudo, cofre oculto atrás do quadro...) e leiam o que a mãe deles escreveu. Dois: espero poder eu mesma, mais pra frente, quando resolver reler o romance, relembrar o que senti por ele. Coisa de psicóloga? Sei lá... Mas além de “nova” blogueira também sou Psicóloga desde 2002 meu povo. Não tinha mencionado isso ainda... Falamos disso mais adiante...

Então, depois desta viagem toda, voltemos ao Amor em Minúscula... Escrevi em sua primeira página: ”precioso, lindinho, inteligente... Simples, mas ao mesmo tempo carregado de significados importantes.” E acho que ele é isso mesmo, um livro que fala de certos atos, que mesmo pequenos e corriqueiros, dão total sentido ao nosso cotidiano. Pequenas atitudes que podem também mudar o curso de nosso dia e nossa visão sobre as coisas... Um sorriso, um café, conversar com um vizinho, alimentar seu animal de estimação, reencontrar alguém que não víamos a tempo, caminhar... Olha, em resumo, acho que esse livro vem de encontro ao que eu penso da vida. A felicidade pode estar nas pequenas coisas, todos os dias, ao nosso alcance, pertinho de mim e pertinho de você... 

Sobre o autor, Francesc Miralles, ainda não conheci outro livro dele, infelizmente, mas, vou continuar procurando e informo vocês.

Sinopse: Na última noite do ano, Samuel, um professor, tem a certeza de que os 365 dias seguintes não serão muito diferentes daqueles que passaram: milhares de provas a corrigir e aulas a preparar. Em sua rotina, a atividade mais emocionante é a ida ao supermercado. No entanto, para não romper com a tradição, Samuel não se opõe às usuais 12 uvas e à taça de champanhe para celebrar o ano-novo. Na manhã do novo ano, ao se levantar bem cedo, o professor está convencido de que nada de insólito irá lhe acontecer. No entanto, um estranho ruído o leva até a entrada do apartamento. Ali, à soleira da porta, encontra-se um pequeno visitante. Com menos de um palmo de altura e dono de pêlos tigrados, o gatinho saúda com um miado musical o novo amigo. Porém, o que Samuel não imaginava era que aquela visita seria o começo de uma incrível transformação em sua vida. Disposto a não abandonar o novo dono, Mishima (nome recebido em homenagem a um velho escritor japonês) leva Samuel a conhecer Titus, vizinho com quem jamais trocara palavra, e o enigmático Valdemar. Desses dois encontros nasce uma curiosa e terna amizade que, como num passe de mágica, é responsável pela reaproximação do solitário professor com a misteriosa Gabriela... depois de trinta anos. Pela primeira vez em sua vida, Samuel tem a oportunidade de viver intensamente os pequenos acontecimentos cotidianos. Escrito pelo espanhol Francesc Miralles, Amor em minúscula é uma delicada e terna história de amor e amizade, que vai comover o leitor e revelar os pequenos segredos de uma vida plena.

19 de jul de 2011

A Ilha



A Ilha é um dos livros mais lindos que já li... Eu sei que talvez eu acabe falando isso de outros muitos livros, mas, ainda assim, esse será sempre bem especial. Comprei esse livro numa feira, na frente do mar, lá em Torres/RS. E falando em mar, esse romance se passa no cenário do Mediterrâneo, mais precisamente numa ilha chamada Spinalonga. Esta ilha abrigou durante muito tempo a colônia de leprosos da Grécia.
Aliás, uma coisa bem bacana nesse livro é que na última página a autora nos dá algumas informações sobre a lepra, também conhecida como hanseníase, e o trabalho realizado hoje para a sua prevenção e tratamento.
Depois de ler este livro, procurando mais informações na internet, descobri que ele se transformou numa espécie de série em um canal de TV grego. Eu até tentei assistir a um capítulo pelo youtube, mas não tinha tradução (aí fica difícil né?). Contudo, sou obrigada a dizer que algumas cenas mostravam um lugar que correspondia bastante com o que eu havia imaginado.
Enfim, é uma história muito bonita, que vale a pena ser lida. Pra quem gosta mesmo de romances que descrevem bem a paisagem e a cultura do lugar onde se desenrolam as narrativas é um prato cheio e com certeza um belo presente.
A autora de A Ilha também escreveu um livro chamado O Retorno, que eu já adquiri, mas ainda não li. Assim que ler falo sobre ele com vocês por aqui certo?

Sobre a autora:
Victoria Hislop é inglesa e graduou-se em letras pela Universidade de Oxford (adoro as escritoras inglesas). A ilha foi seu primeiro livro, publicado em 2006. Hoje ela vive com o marido e os dois filhos na cidade de Kent, na Inglaterra.







Sinopse: Prestes a fazer uma escolha crucial, Alexis Fielding ansiava por conhecer o passado de sua mãe, Sofia, que nunca falava sobre sua origem. Tudo o que admitia era ter sido criada em Creta antes de se mudar para Londres. No entanto, quando Alexis decide visitar a Grécia, Sofia lhe entrega uma carta endereçada a uma velha amiga, e garante que, desse modo, a filha poderá saber mais. Ao chegar ao vilarejo de Plaka, em Creta, a jovem surpreende-se com o fato de que bem diante do local, na distância de uma curta travessia de barco, ergue-se a deserta ilha de Spinalonga – sede da antiga colônia de leprosos da Grécia, desativada. Depois de ser recebida pela grande companheira da mãe, Alexis descobre a história enterrada por Sofia por toda a vida: a trajetória de gerações devastadas pela tragédia, pela guerra e pela paixão. Assim, ela compreende por que está intimamente ligada àquela ilha, e como um segredo dominou toda a história da família - os Petrakis.

18 de jul de 2011

Livros Marcantes

Ontem, numa conversa com minha amiga Bel (outra também fanática por livros. Pra você ter uma idéia ela também converte presentes em livros), falamos sobre aquele sentimento profundo, e às vezes até angustiante, que alguns livros despertam na gente. Algumas histórias terminam no papel mas continuam em nosso pensamento e até em nosso coração. Um exemplo que sempre me vem a mente é o livro A Menina que Roubava Livros. Terminei de ler este livro numa madrugada de verão, devia ser uma 02 horas da manhã, e depois, durante quase 40 minutos, chorei, mas chorei meeesmo, como criança. Até hoje, penso com carinho na Liesel (personagem principal para quem ainda não leu), penso na delicadeza e ao mesmo tempo na intensidade do livro e também não posso deixar de pensar no horror do nazismo na vida de tantas famílias. Mas acho que o que sinto é uma tristeza boa (como se houvessem tristezas boas)... Não não não, é diferente, é uma melancolia, como se em algum lugar Liesel e essa história continuassem existindo... 


A Menina que Roubava Livros foi escrita por Markus Zusak. Markus Zusak mora na Austrália e já recebeu diversas críticas positivas e prêmios. Ele dizia pretender escrever algo muito diferente, algo que já estava na sua cabeça e não encontrava o momento certo. Juntando a história de sua cabeça (um ladrão de livros) com as histórias que seus pais tinham visto na Alemanha nazista e na Áustria, ele nos presenteou com esta obra-prima.



17 de jul de 2011

Feliz de Verdade














Oiiiiii povo!!!!
Como ontem meu primeiro post falava da Marian Keyes e, conseqüentemente, remetia a uma literatura mais "mulherzinha" (que eu amo amo amo), hoje quero falar de um outro livro muito interessante que li esse ano...
Mas antes quero só deixar claro que quando falo de uma literatura mais "mulherzinha" estou me referindo aos livros que contam histórias de mulheres, como você, como eu, como nossas amigas, familiares e assim por vai... Mulheres (e com um "M" muito maiúsculo diga-se de passagem) com seu dia a dia repleto de atividades, dilemas, problemas, sonhos, amores, filhos, alegrias, inseguranças, trabalho ou falta de, atividade física (ou não), maquiagem (ou não) e outras coisitas bem reais... Mulheres de verdade... Esse tipo de literatura costuma ser leve, divertida e na maioria das vezes carregada de identificações por nossa parte... Acho que quando percebemos essas identificações é que ocorrem as muitas risadas...
Mas voltando ao livro de hoje, FELIZ DE VERDADE, posso dizer que se trata de um livro estilo "mulherzinha" também, contudo, numa versão masculina da coisa, já que o escritor é um homem, Scott Mebus. No dia que comprei esse livro, confesso que comecei por achar o colorido da capa muito legal... Mas, sinceramente, num primeiro momento pensei que era algo meio auto-ajuda e fiquei em dúvida... Depois que li a sinopse mudei de opinião e ao ler um pouco sobre o escritor achei que devia mesmo ser bem interessante...  
O livro fala de um cara, com seus quase trinta anos, que resolve virar escritor e na espera pela publicação de seu livro começa a questionar várias coisas da sua vida... Esses questionamentos são colocados de uma maneira muito engraçada através de situações que podem parecer comuns mas não por isso menos divertidas... Eu mesma me peguei me matando de rir várias vezes, a ponto do Davi (meu maridão) perguntar: Senhorrrrrr, o que é isso???? Vale a pena conferir e melhor ainda deixá-lo para ler depois de um daqueles romances mais densos e sérios...

Primeiro, sobre o escritor:
Scott Mebus além de escritor é compositor, dramaturgo, humorista e produtos de música (talvez por isso tenha se sentido a vontade para seu personagem ser DJ). Trabalha na MTV e VH1 e mora em Nova York.
A Publishers Weekly falou que este livro, Feliz de Verdade, é gostoso de ler e tem uma sensibilidade a La friends. Friends maníacos experimentem!!!

SINOPSE: 
Será que um momento de pura felicidade vale todo o sofrimento para se chegar lá? David sem dúvida acha que sim. Ele largou uma carreira confortável como produtor de TV para tentar ser feliz de verdade. Mas enquanto espera que publiquem seu romance, sua vida está indo por água abaixo. Ele tem quase trinta anos, ainda não se casou, mora em um apartamento minúsculo e trabalha como disc jockey de segunda categoria, em casamentos e bar mitzvahs para ganhar uns trocados e pagar as contas. Pelo menos ele tem amigos, ou tinha? A melhor amiga do David, a Annie, está para se casar com um cara que o David chama de ‘Rato’. Dustin e Cameron, os seus amigos do peito na cidade, vão fazer uma coisa inacreditável - levar a vida a sério; e Zach, o amigo que David acha o máximo, tem em sua vida um segredo totalmente inesperado. Ainda por cima, David se apaixona por Jane, uma jovem muito espirituosa e charmosa, porém volúvel.

16 de jul de 2011

MARIAN KEYES


Sempre que gosto muito de um livro que li costumo ir atrás de outros trabalhos do autor que o escreveu... Foi isso que aconteceu com a Marian Keyes... Muita gente já deve ter ouvido falar dela por causa do livro Melancia, o primeiro publicado no Brasil... Contudo, todo ano, geralmente mais no fim do ano, um novo livro dela é lançado por aqui... E eu, cara de pau que sou, sempre coloco ele na minha listinha de presentes a pedir e costuma dar certo (e muito, foi assim que comecei a colecioná-los)... Já ganhei livros da Marian do pai, da madrasta, da sogra, do cunhado, da amiga... Ficam aí algumas sugestões para quem pedir seu livro, hehe...
A Marian Keyes é irlandesa mas mora em Londres há muito tempo, formou-se em direito mas nunca exerceu a profissão. Foi dependente do álcool durante mmuito tempo e foi somente quando superou essa dependência que alcançou o sucesso. Ela é uma prova viva de que problemas a gente supera e nunca é tarde para realizar um sonho. Essa última frase pode parecer meio piegas mas quando fiz meus cálculos mentais e meio que constatei que o sucesso da Marian veio depois dos 30 anos fiquei muito feliz.. Por exemplo, eu tenho 31, conseqüentemente não estou velha para me aventurar a escrever, nesse caso não um livro mas o blog do qual vos falo, hehe...
Gente, claro que muitas pessoas já sabem que a Marian Keyes escreveu outros tantos livros depois de Melancia mas há quem não saiba... Esses dias, ao ouvir dicas de livros de uma rádio escutei a moçoila falando de Melancia, aí me perguntei: por que não falam dos livros dela mais recentes e maravilhosos também??? Então, pouco a pouco, vou falando aqui sobre cada livro dela publicado no Brasil, certo?
Então, vamos lá, começaremos hoje apenas com a lista:
Melancia
Férias
Sushi
Casório
É Agora ou Nunca
Los Angeles
Um Best Seller pra Chamar de Meu
Tem Alguém Aí?
Cheio de Charme