19 de jul de 2011

A Ilha



A Ilha é um dos livros mais lindos que já li... Eu sei que talvez eu acabe falando isso de outros muitos livros, mas, ainda assim, esse será sempre bem especial. Comprei esse livro numa feira, na frente do mar, lá em Torres/RS. E falando em mar, esse romance se passa no cenário do Mediterrâneo, mais precisamente numa ilha chamada Spinalonga. Esta ilha abrigou durante muito tempo a colônia de leprosos da Grécia.
Aliás, uma coisa bem bacana nesse livro é que na última página a autora nos dá algumas informações sobre a lepra, também conhecida como hanseníase, e o trabalho realizado hoje para a sua prevenção e tratamento.
Depois de ler este livro, procurando mais informações na internet, descobri que ele se transformou numa espécie de série em um canal de TV grego. Eu até tentei assistir a um capítulo pelo youtube, mas não tinha tradução (aí fica difícil né?). Contudo, sou obrigada a dizer que algumas cenas mostravam um lugar que correspondia bastante com o que eu havia imaginado.
Enfim, é uma história muito bonita, que vale a pena ser lida. Pra quem gosta mesmo de romances que descrevem bem a paisagem e a cultura do lugar onde se desenrolam as narrativas é um prato cheio e com certeza um belo presente.
A autora de A Ilha também escreveu um livro chamado O Retorno, que eu já adquiri, mas ainda não li. Assim que ler falo sobre ele com vocês por aqui certo?

Sobre a autora:
Victoria Hislop é inglesa e graduou-se em letras pela Universidade de Oxford (adoro as escritoras inglesas). A ilha foi seu primeiro livro, publicado em 2006. Hoje ela vive com o marido e os dois filhos na cidade de Kent, na Inglaterra.







Sinopse: Prestes a fazer uma escolha crucial, Alexis Fielding ansiava por conhecer o passado de sua mãe, Sofia, que nunca falava sobre sua origem. Tudo o que admitia era ter sido criada em Creta antes de se mudar para Londres. No entanto, quando Alexis decide visitar a Grécia, Sofia lhe entrega uma carta endereçada a uma velha amiga, e garante que, desse modo, a filha poderá saber mais. Ao chegar ao vilarejo de Plaka, em Creta, a jovem surpreende-se com o fato de que bem diante do local, na distância de uma curta travessia de barco, ergue-se a deserta ilha de Spinalonga – sede da antiga colônia de leprosos da Grécia, desativada. Depois de ser recebida pela grande companheira da mãe, Alexis descobre a história enterrada por Sofia por toda a vida: a trajetória de gerações devastadas pela tragédia, pela guerra e pela paixão. Assim, ela compreende por que está intimamente ligada àquela ilha, e como um segredo dominou toda a história da família - os Petrakis.

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